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Novo presidente da CBF assume amid críticas e investigações por improbidade

Samir Xaud, ex-diretor do Hospital Geral de Roraima, é réu em ação por improbidade administrativa, com dano de R$ 1,38 milhão. Ele é o único candidato à presidência da CBF, enquanto investigações sobre sua gestão e irregularidades em contratos de saúde estão em andamento. O Ministério Público apura pagamentos indevidos a médicos da Cooperativa Brasileira de Serviços Múltiplos de Saúde, a Coopebras, e aponta falhas na fiscalização. A defesa de Xaud nega as acusações, afirmando que não houve irregularidades. A eleição para a CBF ocorre em meio a esse cenário conturbado.

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Samir Xaud, ex-diretor do Hospital Geral de Roraima, está sendo processado por improbidade administrativa, com um prejuízo estimado de R$ 1,38 milhão. A ação, que ainda está em andamento, investiga sua gestão na saúde pública e acontece enquanto ele é o único candidato à presidência da CBF. O processo começou após o Tribunal de Contas do Estado de Roraima notificar Xaud em agosto de 2022. O Ministério Público apura pagamentos indevidos a médicos da Cooperativa Brasileira de Serviços Múltiplos de Saúde, a Coopebras, por serviços que não tinham contrato. A defesa de Xaud afirma que ele é inocente e que não houve irregularidades. A investigação também aponta que 29 médicos receberam pagamentos por procedimentos não autorizados. Além disso, Xaud enfrenta investigações sobre tentativas de regularização de terras em áreas protegidas. A defesa nega qualquer irregularidade e afirma que ele possui certidões que comprovam sua idoneidade. A eleição para a CBF acontece em meio a essas investigações.

Samir Xaud, ex-diretor do Hospital Geral de Roraima, é alvo de uma ação por improbidade administrativa, com um dano estimado de R$ 1,38 milhão. A acusação, que ainda está em tramitação, questiona sua conduta à frente da saúde pública e ocorre em um momento crucial, já que ele é o único candidato à presidência da CBF.

A ação foi iniciada após uma intimação do Tribunal de Contas do Estado de Roraima em agosto de 2022. O Ministério Público de Roraima apura pagamentos indevidos relacionados a contratos com a Cooperativa Brasileira de Serviços Múltiplos de Saúde, a Coopebras. A investigação revelou que pagamentos por plantões, exames e cirurgias foram realizados sem respaldo legal, levantando suspeitas sobre a execução dos serviços.

Xaud, que ocupou o cargo de diretor geral do HGR em 2018, é um dos sete réus no processo. A defesa dele alega inocência e afirma que não houve irregularidades em sua gestão. Documentos acessados pelo UOL indicam que a auditoria encontrou discrepâncias entre os procedimentos informados pelos médicos e os registros da Secretaria de Saúde, sugerindo um possível dano ao erário.

Investigação e Acusações

O inquérito do MP identificou que 29 médicos vinculados à Coopebras receberam remuneração por procedimentos não cobertos por contrato. A dinâmica de pagamentos, que não respeitava os critérios estabelecidos, contribuiu para a irregularidade. O MP também apontou omissões de fiscalização por parte de gestores do hospital, incluindo Xaud.

Além das acusações de improbidade, Xaud enfrenta investigações sobre tentativas de regularização de terras em áreas protegidas em Roraima. A defesa do candidato à CBF nega qualquer irregularidade, afirmando que todas as certidões negativas demonstram sua idoneidade. A eleição para a presidência da CBF, marcada para hoje, ocorre em meio a esse cenário de incertezas e investigações.

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