O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, aumentou suas críticas ao governo Lula, focando na falta de transparência das renúncias tributárias, que devem chegar a R$ 22,7 bilhões em 2025. Zema já havia criticado os sigilos impostos pelo governo federal e agora enfrenta questionamentos sobre a clareza em relação aos beneficiários dessas renúncias. Ele afirmou que, em Minas, a transparência é prioridade, mas a Secretaria da Fazenda não divulga informações sobre as empresas que recebem os benefícios fiscais. O vice-governador Mateus Simões reconheceu a necessidade de mais clareza e se comprometeu a estudar um modelo para divulgar os beneficiários. Zema tem usado essa questão para se posicionar politicamente, especialmente com a popularidade de Jair Bolsonaro em baixa. Além disso, ele criticou a segurança pública sob a gestão federal, destacando a necessidade de um combate mais eficaz ao crime. A situação em Minas reflete um clima de tensão política, onde a transparência fiscal e a segurança pública são temas centrais no debate entre os governos estadual e federal.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), intensificou suas críticas ao governo Lula (PT) ao abordar a falta de transparência nas renúncias tributárias, que devem atingir R$ 22,7 bilhões em 2025. Zema, que já havia criticado os sigilos impostos pelo governo federal, agora enfrenta questionamentos sobre a opacidade em relação aos beneficiários dessas renúncias.
Em um encontro recente, Zema destacou que, enquanto o governo federal impõe sigilos de até cem anos, em Minas a transparência é prioridade. Ele afirmou: “Aqui, ninguém esconde nada. Tudo é claro, acessível e auditável.” A Secretaria da Fazenda do estado, no entanto, não fornece detalhes sobre as empresas que recebem os benefícios fiscais, o que levanta preocupações sobre a real transparência das informações.
O vice-governador Mateus Simões reconheceu a necessidade de mais clareza sobre as renúncias tributárias. Durante uma audiência na Assembleia Legislativa, ele se comprometeu a desenvolver um estudo para replicar o modelo federal de divulgação dos beneficiários. Simões admitiu que a falta de transparência o incomoda, afirmando ter “nojo de sigilo”.
Nos últimos meses, Zema tem utilizado a questão das renúncias tributárias para se posicionar politicamente, especialmente em um contexto onde a popularidade de Jair Bolsonaro (PL) está em baixa. O aumento das renúncias em Minas, que cresceu R$ 4,4 bilhões em relação ao ano anterior, também coincide com o contingenciamento de R$ 1,1 bilhão do orçamento estadual.
Além das renúncias, Zema tem criticado a segurança pública sob a gestão federal, citando a necessidade de um combate mais eficaz ao crime. A situação em Minas Gerais reflete um cenário de tensão política, onde a transparência fiscal e a segurança pública se tornaram temas centrais no debate entre os governos estadual e federal.
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