A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados decidiu interpelar o ministro Rui Costa sobre os comentários da primeira-dama Janja sobre a regulamentação das redes sociais no Brasil. Durante uma entrevista, Janja comparou essa regulamentação à da China, onde há punições severas para quem não segue as regras. O deputado André Fernandes, que apresentou o requerimento, expressou preocupação com a possibilidade de o governo Lula querer impor um controle semelhante, o que poderia ameaçar a liberdade de expressão. Janja também falou sobre um incidente com o TikTok durante uma visita ao presidente chinês Xi Jinping e se desculpou por uma ofensa ao empresário Elon Musk, esclarecendo que seu arrependimento era pelo momento em que a ofensa foi feita, não pela fala em si.
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento para interpelar o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, sobre as declarações da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja. Durante uma entrevista ao podcast “Se ela não sabe, quem sabe”, Janja comparou a regulamentação das redes sociais no Brasil à da China, onde há punições severas, incluindo prisão, para quem descumpre as regras.
O requerimento, apresentado pelo deputado André Fernandes (PL-CE), expressa preocupação com a possibilidade de o governo Lula estar considerando medidas de controle das redes sociais. Fernandes destacou que a “importação desse modelo de controle” poderia representar uma ameaça aos princípios democráticos e à liberdade de expressão.
Na entrevista, Janja também abordou um incidente ocorrido durante a visita ao presidente chinês Xi Jinping, onde criticou o TikTok. Ela negou ter quebrado o protocolo e esclareceu que a discussão sobre o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais é crucial. “Estamos falando de vida e de crianças e adolescentes,” afirmou.
Além disso, a primeira-dama expressou arrependimento por uma ofensa dirigida ao empresário Elon Musk durante o G20 Social, onde insinuou que uma interrupção em seu discurso foi causada por ele. Janja enfatizou que seu arrependimento não se referia à fala, mas ao momento em que ocorreu.
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