As defesas dos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, acusados de mandarem matar a vereadora Marielle Franco, e do delegado Rivaldo Barbosa, que é acusado de atrapalhar as investigações, pediram ao Supremo Tribunal Federal mais tempo para apresentar suas alegações finais. Eles argumentam que o prazo deveria começar a contar a partir de 22 de maio, quando a acusação terminou sua parte. Os advogados lembraram que o ministro Alexandre de Moraes havia dado 30 dias para isso, mas uma assistente da acusação entregou suas considerações apenas no dia 21. No dia 13 de outubro, a Procuradoria Geral da República pediu a condenação de cinco réus, incluindo os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa. Também foram apresentadas as alegações finais da Defensoria Pública do Rio, que representa a mãe de Marielle e a viúva do motorista Anderson Gomes. A solicitação de mais tempo foi feita em conjunto pelos cinco réus, e agora o STF deve decidir sobre a nova data para as defesas.
As defesas dos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, acusados de serem mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, e do delegado Rivaldo Barbosa, acusado de obstruir as investigações, solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) mais tempo para apresentar suas alegações finais. O pedido foi feito em meio à ação penal que investiga o caso.
Os advogados argumentam que o prazo para a apresentação das alegações deveria ser contado a partir de 22 de maio, data em que a acusação finalizou sua fase de alegações. Segundo as defesas, o ministro Alexandre de Moraes havia estipulado um prazo de 30 dias, mas uma das assistentes de acusação só entregou suas considerações no último dia 21.
No dia 13 de outubro, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu a condenação de cinco réus, incluindo os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa, além do major da PM Ronaldo Alves Pereira e do ex-assessor do TCE Robson Calixto, conhecido como “Peixe”. Na mesma data, foram apresentadas as alegações finais da Defensoria Pública do Rio, que representa a mãe de Marielle, Marinete da Silva, e a viúva do motorista Anderson Gomes, Ágatha Arnaus.
A solicitação de mais tempo para as alegações finais é um movimento conjunto, com a petição apresentada em nome dos cinco réus. A expectativa é que o STF analise o pedido e defina a nova data para a apresentação das defesas.
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