ACM Neto, vice-presidente do União Brasil, quer que o partido saia da base do governo Lula e entregue os ministérios que ocupa. Ele acredita que não faz sentido manter cargos no governo se o partido pretende ter uma candidatura própria à presidência em 2026. O União Brasil atualmente controla os ministérios das Comunicações e do Turismo e está prestes a formalizar uma federação com o PP. Neto afirma que, após a assinatura da federação, a questão de deixar o governo será discutida, e ele defenderá que nenhum membro do partido continue em cargos governamentais. Ele quer que o União Brasil tenha um candidato à presidência, diferente de 2022, quando não havia um candidato definido. Embora ele não exclua a possibilidade de apoio a candidatos do PT em algumas disputas estaduais, ele ressalta que as decisões devem respeitar as particularidades de cada estado.
O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, defendeu que o partido deixe a base de apoio do governo Lula (PT) e desocupe os ministérios que atualmente ocupa. Em entrevista ao jornal O Globo, publicada nesta terça-feira, 27 de maio, ele argumentou que a permanência em cargos ministeriais não faz sentido, considerando que o União Brasil não estará na aliança do PT nas eleições de 2026.
Atualmente, o União Brasil comanda os ministérios das Comunicações e do Turismo. O partido está em processo de formalização de uma federação com o Partido Progressista (PP), que também ocupa um ministério. ACM Neto afirmou que, após a assinatura da federação, o tema do desembarque do governo será discutido. Ele enfatizou que nenhum integrante deve ocupar cargos no governo se o objetivo é construir uma candidatura própria à presidência.
Neto, que é considerado um forte candidato ao governo da Bahia em 2026, expressou seu desejo de ter um candidato à presidência, diferente do que ocorreu em 2022, quando manteve uma postura neutra. Ele ressaltou que é contrário à neutralidade e que é necessário afirmar uma posição de oposição ao projeto do PT.
Embora defenda uma candidatura própria, ACM Neto não descartou a possibilidade de que integrantes da federação apoiem o PT em disputas estaduais. Ele destacou que a situação pode variar entre os estados, respeitando as particularidades locais.
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