Anitta lançou uma campanha nas redes sociais para pedir ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que não vote no PL 2159/2021, que facilita as regras de licenciamento ambiental. O projeto já foi aprovado no Senado e é criticado por ambientalistas e pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que o chamou de “PL da Devastação”. Anitta alertou sobre os riscos de desmatamento e poluição que o projeto pode causar e pediu que Motta pense na responsabilidade de colocar a proposta em votação, especialmente porque a votação pode acontecer perto da Semana Mundial do Meio Ambiente. O PL permite que algumas atividades não precisem de licença ambiental, o que preocupa quem defende a preservação do meio ambiente. Marina Silva também criticou a recente liberação de licenças pelo Ibama para a Petrobras explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas, destacando a necessidade de uma análise técnica cuidadosa. Ela enfrenta resistência, inclusive do presidente Lula, que criticou a demora na emissão de licenças, mostrando um conflito entre interesses econômicos e a proteção ambiental no Brasil.
A cantora Anitta lançou uma campanha nas redes sociais nesta terça-feira, 27, para pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, a não votar o PL 2159/2021, que flexibiliza as regras de licenciamento ambiental. O projeto, já aprovado no Senado com 54 votos a 13, é criticado por ambientalistas e pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que o chamou de “PL da Devastação”.
Anitta alertou sobre os riscos que o projeto representa, como o aumento do desmatamento e da poluição. Em suas redes, a artista pediu que Motta considere a responsabilidade de colocar o projeto em votação. “Os políticos brasileiros podem aprovar uma lei que facilita o desmatamento de florestas e a poluição dos nossos rios e mares”, afirmou. A cantora destacou que a votação pode ocorrer próximo à Semana Mundial do Meio Ambiente, um momento em que o Brasil será observado globalmente.
Críticas ao Projeto
O PL 2159/2021 permite que atividades sem risco ambiental ou que sejam realizadas por motivos de soberania ou calamidade pública não precisem de licença. Essa flexibilização é vista como uma ameaça à preservação ambiental. Marina Silva, que tem enfrentado desafios em sua gestão, criticou a aprovação do projeto no Senado e a recente emissão de licenças pelo Ibama para a Petrobras explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas.
A ministra tem se posicionado contra a exploração de petróleo na região, defendendo a análise técnica do Ibama. No entanto, ela tem enfrentado resistência, inclusive do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que criticou a demora da agência ambiental em emitir licenças. A situação evidencia um conflito entre interesses econômicos e a proteção ambiental no Brasil.
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