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Cientistas climáticos se unem à resistência contra Trump de forma inovadora

Cientistas promovem maratona de livestream de 100 horas para alertar sobre os impactos dos cortes orçamentários em pesquisas climáticas.

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Cientistas de clima e meteorologia farão uma maratona de livestream de 100 horas, começando na quarta-feira às 13h (ET), para mostrar a importância de suas pesquisas e os efeitos dos cortes orçamentários do governo Trump. O evento, que busca engajar o público e defender a ciência climática, é uma resposta aos cortes em agências como a NOAA e a NASA. Durante a maratona, especialistas terão 15 minutos para apresentar seus trabalhos e explicar como esses cortes afetam a pesquisa e a previsão do tempo, destacando a falta de pessoal no Serviço Nacional de Meteorologia, especialmente no início da temporada de furacões. Marc Alessi, da União de Cientistas Preocupados, diz que o evento é uma chance de mostrar como os cortes prejudicam a ciência climática. A maratona também coincide com o fim do contrato da NASA com a Universidade de Columbia, o que pode afetar a pesquisa sobre temperaturas globais. A cientista climática Kate Marvel ressalta que o evento é uma forma de mostrar ao público os benefícios da pesquisa financiada com recursos públicos e a importância da ciência do clima para a sociedade. O evento, que durará quatro dias, visa informar e mobilizar a comunidade em defesa da ciência e do financiamento adequado para pesquisas que impactam a vida das pessoas.

Cientistas de clima e meteorologia realizarão uma maratona de livestream de 100 horas, a partir de quarta-feira, às 13h (ET), para destacar a importância de suas pesquisas e os impactos dos cortes orçamentários promovidos pelo governo Trump. O evento busca engajar o público e defender a ciência climática, em resposta a cortes significativos em agências como a NOAA e a NASA.

Durante a maratona, especialistas terão 15 minutos cada para apresentar seus trabalhos e explicar como esses cortes afetam a pesquisa e a previsão do tempo. O objetivo é chamar a atenção para as consequências das reduções de financiamento que deixaram o Serviço Nacional de Meteorologia com falta de pessoal no início da temporada de furacões.

Impacto dos Cortes

Marc Alessi, da União de Cientistas Preocupados, um dos organizadores, afirma que o evento é uma oportunidade para mostrar como os cortes prejudicam a capacidade de realizar ciência climática. Embora a iniciativa seja apresentada como não partidária, é uma resposta direta às políticas que afetam a pesquisa acadêmica e a previsão climática.

A maratona também coincide com o término do contrato da NASA com a Universidade de Columbia, que abrigava o renomado Instituto Goddard de Estudos Espaciais. Com o cancelamento do contrato, os cientistas que monitoram as temperaturas globais terão que trabalhar remotamente, o que pode impactar a continuidade de suas pesquisas.

Engajamento do Público

A cientista climática Kate Marvel destaca que o evento é uma forma de comunicar ao público os benefícios da pesquisa financiada com recursos públicos. Segundo ela, a maratona é uma maneira de mostrar o valor do trabalho científico, que muitas vezes é subestimado. O foco está em demonstrar como a ciência do clima e a previsão do tempo são essenciais para a sociedade.

O evento, que se estenderá por quatro dias, visa não apenas informar, mas também mobilizar a comunidade em defesa da ciência, ressaltando a importância de manter o financiamento adequado para pesquisas que impactam diretamente a vida dos cidadãos.

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