A Câmara dos Deputados tem 19 projetos que querem cancelar o aumento do IOF, um imposto sobre operações financeiras. No Senado, um projeto foi apresentado pelo senador Rogério Marinho. O aumento, anunciado pelo Ministério da Fazenda, gerou descontentamento no mercado e entre parlamentares. A taxa de IOF para cartões de crédito e débito no exterior subiu de 3,38% para 3,50%, e a taxa para compra de moeda em espécie foi de 1,10% para 3,50%. As propostas para barrar essas mudanças foram feitas por deputados de partidos que, mesmo com ministérios no governo, se opõem à medida. O deputado Hugo Motta se reunirá com a oposição, incluindo o PL, para discutir o assunto, e haverá uma reunião com outros líderes na quinta-feira. A pressão para derrubar o decreto é forte, pois os parlamentares querem uma resposta rápida antes que a nova taxa comece a valer.
A Câmara dos Deputados já conta com 19 projetos que visam o cancelamento do aumento do IOF, imposto que incide sobre operações financeiras. No Senado, um projeto foi protocolado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN). O aumento foi anunciado pelo Ministério da Fazenda na última quinta-feira e provocou reações adversas no mercado e entre parlamentares.
A elevação da taxa de IOF para operações de cartão de crédito, débito e pré-pago no exterior subiu de 3,38% para 3,50%. Para a aquisição de moeda em espécie, a taxa passou de 1,10% para 3,50%. As propostas para sustar essas novas cobranças foram apresentadas entre sexta-feira e hoje, com apoio de deputados de partidos que, embora ocupem ministérios no governo, se posicionam como oposição, como PP, União e MDB.
Reuniões em Andamento
O deputado Hugo Motta deve se reunir hoje com a oposição, que inclui principalmente o PL, partido de Jair Bolsonaro. O tema será discutido também em uma reunião semanal com outros líderes na quinta-feira. A pressão para a derrubada do decreto é intensa, com parlamentares buscando uma resposta rápida antes que a nova taxa entre em vigor.
As movimentações na Câmara e no Senado refletem um descontentamento crescente com a decisão do governo, que pode impactar diretamente o bolso dos consumidores e a dinâmica do mercado financeiro. A expectativa é que as discussões avancem rapidamente, dada a urgência demonstrada pelos parlamentares.
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