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Influenciadora e advogada é acusada de fraudar clientes em R$ 3 milhões

Advogada é acusada de fraudes financeiras por ex-clientes que investiram em fundo de criptoativos. Investigação do Ministério Público está em andamento.

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Tábata Miqueletti, uma advogada com 139 mil seguidores no Instagram, está sendo acusada por doze ex-clientes de aplicar golpes financeiros. Eles afirmam que foram forçados a investir em um fundo chamado Designo, que pertence a Tábata e seu ex-marido, Rafael Lins, que está preso por estelionato. As vítimas, que buscavam ajuda legal, disseram que transferiram grandes quantias para a Designo, acreditando que seus investimentos estavam seguros. Kátia Brito, uma das vítimas, contou que enviou R$ 2,7 milhões para Rafael, mas descobriu que recebeu extratos falsos e não conseguiu acessar seu dinheiro. Gustavo Lopes, outro ex-cliente, perdeu R$ 28 mil e foi demitido e bloqueado por Tábata ao questionar sobre suas perdas. O Ministério Público de São Paulo está investigando o caso e já pediu a quebra de sigilo bancário de Rafael. Tábata se mudou para Brasília e não respondeu às perguntas da imprensa.

Tábata Miqueletti, advogada com 139 mil seguidores no Instagram, enfrenta graves acusações de ex-clientes que a acusam de aplicar golpes financeiros. Especializada em recuperar valores perdidos, Tábata é investigada pelo Ministério Público após doze ex-clientes relatarem coerção para investir em um fundo de investimentos chamado Designo, de sua propriedade e do ex-marido, Rafael Lins, atualmente preso por estelionato.

As vítimas, que procuraram Tábata em busca de ajuda legal, afirmam ter sido induzidas a transferir grandes quantias para a Designo. Kátia Brito, uma das supostas vítimas, declarou ter enviado R$ 2,7 milhões para uma conta de Rafael, acreditando que o valor estaria protegido contra a partilha de bens em seu divórcio. Kátia revelou que recebeu extratos falsos e, ao tentar movimentar a conta, descobriu a fraude. Ela relatou estar enfrentando depressão e dificuldades financeiras após a perda.

O Ministério Público de São Paulo já solicitou a quebra de sigilo bancário de Rafael Lins, enquanto Tábata se mudou para Brasília e está em um novo relacionamento. A Designo, aberta em 2023, é descrita como uma plataforma de investimento em criptoativos. Ex-clientes relatam que, após investirem, perderam acesso às contas e foram bloqueados por Tábata ao tentarem resgatar seus investimentos.

Gustavo Lopes, ex-assistente administrativo de Tábata, também se tornou uma vítima. Ele e sua família perderam R$ 28 mil após serem pressionados a investir na Designo. Gustavo afirmou que, ao confrontar Tábata sobre as perdas, foi demitido e bloqueado.

Rafael Lins, preso por descumprir uma medida protetiva contra Tábata, nega as acusações de estelionato. O advogado dele afirmou que Rafael foi surpreendido com o fim do relacionamento e que não constituiu defesa para as acusações. Tábata, contatada pela reportagem, não respondeu às perguntas enviadas.

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