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Inquérito revela novas suspeitas sobre a morte de delator do PCC em caso Gritzbach

Seis meses após o assassinato de Antonio Vinicius Gritzbach, delator do PCC, novas investigações visam identificar mais envolvidos, incluindo policiais.

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Antonio Vinicius Gritzbach, delator do PCC, foi assassinado em 8 de novembro no Aeroporto de Guarulhos. Seis pessoas já foram indiciadas, incluindo os mandantes e os executores do crime. Agora, um novo inquérito foi aberto para investigar mais pessoas envolvidas, como policiais que faziam a escolta de Gritzbach e a pessoa que ele visitou em Maceió. O Ministério Público de São Paulo informou que as investigações continuam, mesmo após a Polícia Civil ter declarado o caso encerrado. Gritzbach foi morto ao voltar de uma viagem, trazendo joias e relógios avaliados em mais de R$ 1 milhão. A promotora Vania Caceres Stefanoni afirmou que mais pessoas podem ser denunciadas, e o promotor Rodrigo Merli destacou que ainda há suspeitas sobre outros envolvidos, incluindo possíveis ligações com a polícia.

Seis meses após o assassinato de Antonio Vinicius Gritzbach, delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), um novo inquérito foi aberto para investigar mais envolvidos no crime. Gritzbach foi morto em 8 de novembro no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Seis pessoas já foram indiciadas, incluindo os mandantes e os executores.

As investigações, conduzidas pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), resultaram no indiciamento de Emilio Carlos Gongorra Castilho, conhecido como “Cigarreira”, e Diego dos Santos Amaral, o “Didi”, apontados como os mandantes. Também foram indiciados Kauê do Amaral Coelho, o olheiro que monitorou o desembarque de Gritzbach, e três policiais: Denis Antonio Martins, Ruan Silva Rodrigues e Fernando Genauro da Silva, acusados de serem os atiradores e o motorista da fuga.

Novas Investigações

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) agora investiga o possível envolvimento de policiais que atuavam na escolta clandestina de Gritzbach e da pessoa que ele visitou em Maceió. O delator foi executado ao retornar de uma viagem, trazendo joias e relógios avaliados em mais de R$ 1 milhão.

A continuidade das investigações já era considerada necessária, mesmo após a Polícia Civil ter declarado o caso encerrado. O secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico, havia afirmado que o caso estava “rachado”. O motivo do assassinato seria a vingança pelas mortes de dois membros do PCC em 2021.

Perspectivas Futuras

A promotora de Justiça Vania Caceres Stefanoni destacou que mais pessoas devem ser denunciadas. O promotor Rodrigo Merli reforçou que a investigação ainda não está finalizada e que há suspeitas sobre outros envolvidos. Ele enfatizou que a opinião pública deve saber que o caso continua em aberto, com investigações em andamento sobre outros núcleos, incluindo possíveis ligações com a polícia.

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