O Tribunal de Justiça da Galiza, na Espanha, absolveu um dos réus do assassinato de Samuel Luiz, um jovem gay brasileiro, alegando falta de provas. Ele havia sido condenado a dez anos de prisão como cúmplice do crime, mas a pena foi anulada. Os outros três réus, no entanto, mantiveram suas condenações, com penas entre 20 e 24 anos. O principal autor, Diego M.M., recebeu 24 anos de prisão por ter cometido o crime de forma discriminatória. Os outros dois réus, Alejandro F.G e Kaio A.S.C, foram condenados a 20 anos cada. Todos foram julgados em janeiro de 2025, três anos após o crime, e devem indenizar a família de Samuel em R$ 1,9 milhão. Samuel Luiz, que tinha 24 anos e trabalhava como auxiliar de enfermagem, foi assassinado em 3 de julho de 2021, em um ato de violência homofóbica. O crime gerou grande repercussão na Espanha, com protestos contra a LGBTfobia.
O Tribunal de Justiça da Galiza absolveu um dos réus do assassinato de Samuel Luiz, um jovem gay brasileiro, ocorrido em julho de 2021 em La Coruña, Espanha. O réu, que havia sido condenado a dez anos de prisão como cúmplice, teve sua pena anulada por falta de provas. As condenações dos outros três réus foram mantidas, com penas que variam de 20 a 24 anos.
O principal autor do crime, identificado como Diego M.M., recebeu uma sentença de 24 anos de reclusão, considerando que o crime foi cometido de forma discriminatória em razão da orientação sexual da vítima. Os outros dois condenados, Alejandro F.G. e Kaio A.S.C., foram sentenciados a 20 anos cada. Todos os réus foram julgados em janeiro de 2025, três anos após o crime, e foram condenados a indenizar a família de Samuel em R$ 1,9 milhão.
A Justiça espanhola destacou a crueldade dos réus, que deixaram Samuel inconsciente e ensanguentado em uma rotatória. Apesar da decisão do tribunal, os réus ainda podem recorrer das sentenças. Samuel Luiz, de 24 anos, trabalhava como auxiliar de enfermagem e foi vítima de violência homofóbica em 3 de julho de 2021.
A brutalidade do crime gerou grande comoção na Espanha, levando a manifestações em defesa dos direitos humanos e da comunidade LGBT+. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, classificou o ato como “selvagem e implacável”, que chocou a sociedade.
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