O padre Júlio Lancelotti foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para conversar com o ministro Flávio Dino sobre a reabertura da unidade da Missão Belém em Jundiaí, que foi fechada por problemas administrativos e sanitários. A decisão da Justiça de São Paulo, que atendeu a um pedido do Ministério Público, gerou polêmica, pois as freiras da instituição alegam que não foram seguidos critérios científicos adequados. A Missão Belém recorreu ao STF, defendendo que a decisão ignorou sua natureza religiosa e o trabalho voluntário que realiza. O ministro Gilmar Mendes, que está analisando o caso, não encontrou Lancelotti, mas deve se reunir com representantes da Missão em breve. O padre busca garantir que a instituição continue acolhendo pessoas em situação de rua.
O padre Júlio Lancelotti esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, em busca do ministro Flávio Dino, para discutir a reabertura da unidade da Missão Belém em Jundiaí. A Justiça de São Paulo determinou o fechamento da unidade devido a infrações administrativas e sanitárias, após um pedido do Ministério Público. A decisão gerou controvérsias, com a alegação de que as freiras não utilizam critérios científicos adequados.
A Missão Belém recorreu ao STF, argumentando que a decisão judicial desconsiderou a natureza religiosa da instituição e o caráter voluntário do acolhimento. O ministro Gilmar Mendes, que analisou o recurso, entendeu que não havia questão constitucional envolvida e rejeitou o pedido. No entanto, o caso será reavaliado pela Segunda Turma do STF.
Lancelotti, em sua visita, não conseguiu encontrar Dino, que estava em compromissos no Maranhão. Ele foi recebido por funcionários do gabinete, mas a expectativa é que Gilmar Mendes, sensível à situação, se reúna com representantes da Missão Belém em breve. A articulação do padre visa garantir a continuidade do trabalho da instituição, que acolhe pessoas em situação de rua.
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