A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deixou uma sessão no Senado após um debate intenso sobre a BR-319, que liga Manaus a Porto Velho. A rodovia é polêmica desde a década de 1970, especialmente por causa da sua pavimentação, que preocupa ambientalistas. O governo de Lula anunciou a pavimentação de 20 km da estrada, o que gerou críticas. O governador do Amazonas, Wilson Lima, defende a obra como necessária para melhorar a conexão do estado, mas especialistas alertam para o risco de desmatamento na Amazônia. Durante a sessão, o senador Omar Aziz acusou Marina de impedir o desenvolvimento, enquanto ela ressaltou a importância de estudos de impacto ambiental e mencionou que a construção de estradas em áreas de floresta deve estar ligada a projetos produtivos. A BR-319 foi inaugurada em 1976, mas se tornou intransitável em 1988 e foi abandonada. O debate sobre sua pavimentação voltou em 2007, mas os estudos não garantiram a viabilidade do projeto. A licença prévia para a obra foi aprovada em julho de 2022, mas as obras ainda não começaram. Recentemente, o Senado aprovou um projeto que facilita o licenciamento ambiental, o que pode acelerar a pavimentação da BR-319, mas ambientalistas temem que isso aumente a degradação da região, que já enfrenta problemas como desmatamento e ocupações irregulares. O Ministério do Meio Ambiente aguarda o protocolo da Licença de Instalação para iniciar a obra.
O debate acalorado sobre a BR-319 levou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a abandonar uma sessão no Senado, na terça-feira. A rodovia, que liga Manaus a Porto Velho, é alvo de controvérsias desde a década de 1970, especialmente em relação à sua pavimentação, que gera preocupações ambientais.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a pavimentação de 20 km da estrada, o que provocou críticas de ambientalistas. A obra é defendida por parlamentares e pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, que a considera essencial para reduzir o isolamento do estado. No entanto, especialistas alertam para os riscos de aumento do desmatamento na Amazônia, uma das regiões mais preservadas do bioma.
Durante a sessão, o senador Omar Aziz acusou Marina de obstruir o desenvolvimento do país, enquanto a ministra reiterou a importância de estudos de impacto ambiental. Ela destacou que a discussão sobre a BR-319 frequentemente resulta em atividades ilegais, como grilagem de terras. Marina enfatizou que a construção de uma estrada em área de floresta virgem deve estar associada a um projeto produtivo.
A BR-319, inaugurada em 1976, tornou-se intransitável em 1988 e foi abandonada. O debate sobre sua pavimentação ressurgiu em 2007, mas os estudos de impacto ambiental não foram suficientes para garantir a viabilidade do projeto. A licença prévia para a obra foi aprovada em julho de 2022, mas ainda não há previsão para o início das obras.
Recentemente, o Senado aprovou um projeto de lei que flexibiliza as regras de licenciamento ambiental, o que pode facilitar a pavimentação da BR-319. Ambientalistas temem que essa mudança acelere a degradação da região, que já enfrenta pressão crescente, como aumento do desmatamento e ocupações irregulares. O Ministério do Meio Ambiente aguarda o protocolo do requerimento da Licença de Instalação para dar início à obra.
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