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Conar recomenda suspensão de anúncios da Blaze por promessas enganosas de bônus

Conar recomenda a Blaze e a influenciadora Maya Massafera suspender anúncios com bônus enganosos, destacando falta de clareza nas ofertas.

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O Conar pediu que a casa de apostas Blaze e a influenciadora Maya Massafera parassem de fazer anúncios que prometem bônus enganosos. A investigação revelou que as mensagens eram confusas e não deixavam claro o que era oferecido. Frases como “vou te dar até R$ 1 mil” foram citadas como problemáticas. O Conar também notou que informações importantes sobre restrições de idade e os riscos do jogo estavam em tamanho pequeno nos anúncios. A Blaze defendeu que estava se adaptando às novas regras e que estava implementando medidas para controlar a idade dos usuários. Maya Massafera afirmou que sempre age com ética e que suas comunicações eram transparentes. No entanto, o relator do caso considerou que os anúncios eram ambíguos e poderiam enganar os consumidores, levando-os a acreditar que poderiam ganhar bônus facilmente. O relator recomendou que os anúncios fossem suspensos e a decisão foi aprovada por todos os membros do Conar.

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) recomendou à casa de apostas Blaze e à influenciadora Maya Massafera que cessem anúncios que prometem bônus enganosos. A decisão foi tomada após investigações que apontaram irregularidades nas mensagens publicitárias, que continham frases como “vou te dar até R$ 1 mil” e “clique aqui para ganhar R$ 1 mil”.

As publicidades foram criticadas pela falta de clareza nas ofertas e pela ambiguidade das mensagens. O Conar observou que informações obrigatórias sobre restrição etária e os impactos do jogo estavam em formato reduzido na página inicial da Blaze. Em resposta, a casa de apostas afirmou estar em processo de adequação às novas normas legais e que implementa o “age gating” em sua plataforma.

Maya Massafera defendeu sua atuação, afirmando que suas ações são pautadas pela ética e responsabilidade social. Ela alegou que a comunicação sobre os bônus foi feita de forma transparente. Contudo, o relator do caso considerou que os anúncios continham conteúdo ambíguo, que poderia induzir o consumidor ao erro.

O relator destacou que a publicidade não é clara ao oferecer bônus, levando o consumidor a acreditar que o simples cadastro na plataforma garantiria um valor que, na realidade, não poderia ser sacado. A recomendação do Conar foi pela sustação dos anúncios, acompanhada de advertência, e a decisão foi aprovada por unanimidade.

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