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Deputado pede investigação sobre conteúdos que sexualizam mulheres com síndrome de Down

Deputado Reimont pede investigação à PGR sobre vídeos que sexualizam mulheres com síndrome de Down, visando remoção e responsabilização.

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O deputado Reimont, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, pediu à Procuradoria Geral da República (PGR) que investigue vídeos no TikTok e Instagram que sexualizam mulheres com síndrome de Down. Ele quer que a PGR avalie a possibilidade de envolver a Polícia Federal para investigar os perfis que postaram esses conteúdos e notificar as plataformas para removê-los. A denúncia aponta que influenciadoras digitais estão usando filtros e inteligência artificial para criar conteúdos que fetichizam essas mulheres, o que, segundo o deputado, viola a dignidade humana e promove discriminação. Ele também menciona que expor pessoas com deficiência a situações ridículas pode ser considerado injúria qualificada e que a manipulação de imagens para criar conteúdo sexual não consensual pode ser um crime. O pedido foi enviado ao subprocurador Nicolao Dino, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara, deputado Reimont (PT-RJ), solicitou à Procuradoria Geral da República (PGR) a investigação de vídeos no TikTok e Instagram que sexualizam mulheres com síndrome de Down. O pedido inclui a remoção dos conteúdos e a responsabilização dos perfis envolvidos.

Reimont argumenta que esses vídeos, que utilizam filtros e inteligência artificial, promovem a fetichização de pessoas com deficiência intelectual. Para ele, essas ações não apenas violam a dignidade humana, mas também fomentam a discriminação. O deputado destaca que a exposição de indivíduos com deficiência ao ridículo pode ser considerada injúria qualificada, agravada pelo preconceito.

O ofício foi enviado ao subprocurador Nicolao Dino, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC). O parlamentar pede que a PGR avalie a possibilidade de requisitar à Polícia Federal a investigação dos perfis responsáveis. Além disso, ele menciona que a manipulação digital de imagens pode configurar crime de pornografia sintética, especialmente quando envolve conteúdo sexual não consensual.

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