Uma discussão política em um bar de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, terminou em atropelamento, deixando cinco pessoas feridas e resultando na prisão de um homem. O professor Luciano Valério Pires, de 47 anos, foi preso em flagrante por tentativa de homicídio após o incidente. A briga começou quando Pires provocou uma mulher que usava um broche com a frase “Sem Anistia”, que se opõe à anistia para bolsonaristas. Depois de alegar ter sido agredido, ele saiu do bar, mas voltou dirigindo um carro e atropelou as vítimas que estavam na calçada. Pires tentou fugir, mas colidiu com outro veículo e foi preso pela polícia. Na audiência de custódia, sua prisão foi convertida em preventiva, e o juiz negou o pedido de liberdade provisória da defesa, devido à gravidade do crime. As investigações continuam com depoimentos de testemunhas.
Uma discussão política em um bar de Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro, resultou em um atropelamento que deixou cinco pessoas feridas e um homem preso na noite do último domingo, 25. O professor Luciano Valério Pires, de 47 anos, foi detido em flagrante por tentativa de homicídio após o incidente.
O conflito teve início quando Pires fez provocações a uma mulher que usava um broche com a frase “Sem Anistia”, uma referência política que se opõe à anistia para bolsonaristas envolvidos em atos de violência em 8 de janeiro de 2023. A discussão rapidamente se intensificou, envolvendo outros frequentadores do bar. Após alegar ter sido agredido, Pires deixou o local, mas retornou em um carro Hyundai HB20 e atropelou cinco pessoas que estavam na calçada.
Após o atropelamento, Pires tentou fugir, mas colidiu com outro veículo e foi detido por policiais militares. No momento da abordagem, ele afirmou ser a vítima da agressão. As vítimas não sofreram ferimentos graves, mas o professor foi preso em flagrante.
Na audiência de custódia realizada na terça-feira, 27, a Justiça decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva, garantindo que Pires permaneça detido até o término das investigações. A defesa do professor solicitou liberdade provisória, mas o juiz negou o pedido devido à gravidade do crime. As investigações prosseguem, com a coleta de depoimentos de testemunhas.
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