Lew Olowski, um funcionário de baixo escalão e ex-advogado de segurança nacional, foi nomeado diretor-geral interino do serviço exterior dos EUA, o que causou surpresa em Washington devido à sua falta de experiência. Essa nomeação é comparada a colocar um oficial militar júnior no comando do Pentágono, segundo o sindicato do serviço exterior. A Ben Franklin Fellowship, uma rede conservadora que apoia a agenda “America First” de Donald Trump, tem promovido membros a cargos seniores no Departamento de Estado, com 11 integrantes da BFF alcançando posições de destaque desde a posse de Trump. O deputado Gregory Meeks criticou o secretário de Estado, Marco Rubio, por substituir profissionais experientes por leais políticos, destacando que a questão não é racial, mas sim sobre a falta de experiência e integridade. Além disso, outras nomeações controversas, como a de Darren Beattie, levantam preocupações sobre a politização do departamento, enquanto diplomatas veteranos expressam medo da saída em massa de colegas devido à influência de ideologias radicais. A Casa Branca está buscando alinhar o Departamento de Estado aos interesses da agenda “America First”, promovendo mudanças significativas.
Houve surpresa em Washington com a nomeação de Lew Olowski como diretor-geral interino do serviço exterior dos EUA. Olowski, um funcionário de baixo escalão e ex-advogado de segurança nacional, assume um cargo tradicionalmente ocupado por diplomatas experientes. Sua nomeação é comparada a colocar um oficial militar júnior no comando do Pentágono, segundo o sindicato do serviço exterior.
A Ben Franklin Fellowship (BFF), uma rede conservadora que apoia a agenda “America First” de Donald Trump, tem promovido membros a posições seniores no Departamento de Estado. Desde a posse de Trump, 11 integrantes da BFF foram alçados a cargos de destaque, levantando preocupações sobre a politização do departamento. O presidente da BFF, Phil Linderman, afirmou que a organização visa orientar diplomatas em direção a uma diplomacia que priorize a soberania americana.
As mudanças no Departamento de Estado têm gerado críticas, especialmente entre os democratas. O deputado Gregory Meeks acusou o secretário de Estado, Marco Rubio, de substituir profissionais experientes por leais políticos. A nomeação de Olowski, que substituiu uma diplomata veterana, é vista como um exemplo claro dessa tendência. Meeks destacou que a questão não é racial, mas sim sobre a falta de experiência e integridade.
Além disso, a politização do departamento é evidenciada por outras nomeações controversas, como a de Darren Beattie, que deixou um cargo anterior após associações com nacionalistas brancos. Diplomatas veteranos expressam preocupação com a saída em massa de colegas, alarmados com a crescente influência de ideologias radicais. A Casa Branca, por sua vez, busca alinhar o Departamento de Estado aos interesses da agenda “America First”, promovendo uma reestruturação sem precedentes.
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