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Professor é preso após atropelar cinco pessoas em bar no Rio de Janeiro

Discussão política em bar termina em atropelamento de cinco pessoas no Rio. Professor é preso por tentativa de homicídio e aguarda julgamento.

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Uma discussão política em um bar em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, resultou em um atropelamento de cinco pessoas por Luciano Valério Pires, que foi preso por tentativa de homicídio. Após a audiência de custódia, a Justiça decidiu que ele deve ficar preso até o fim das investigações, considerando a gravidade do crime e o risco de fuga. Luciano, de 47 anos, teria provocado uma mulher por causa de um broche que ela usava, o que gerou uma briga. Ele saiu do bar ameaçando voltar e, minutos depois, retornou em um carro, atropelando as pessoas que estavam na calçada. Ele tentou fugir, mas foi preso. A defesa alegou que Luciano foi agredido antes do atropelamento, mas a Justiça não aceitou o pedido de liberdade provisória, destacando a necessidade de preservar a ordem pública e a investigação.

Uma discussão política em um bar em Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro, resultou no atropelamento de cinco pessoas por Luciano Valério Pires, de 47 anos, na noite do último domingo, 25. O professor foi preso em flagrante por tentativa de homicídio. A audiência de custódia ocorreu na terça-feira, 27, e a Justiça decidiu manter Pires detido até o término das investigações, citando a gravidade do crime e o risco de fuga.

O incidente começou quando Pires provocou uma mulher que usava um broche com a frase “Sem Anistia”, referência a uma pauta política da esquerda. A discussão se intensificou, envolvendo outros presentes. Após ser agredido, Pires deixou o bar, mas retornou em um carro Hyundai HB20, atropelando cinco pessoas na calçada. Ele tentou fugir, mas colidiu o veículo e foi detido pela polícia.

Durante a audiência, o juiz Patrick Couto Xerez Sobral considerou a conduta de Pires “de extrema gravidade” e destacou a necessidade de preservar a ordem pública. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) argumentou que a liberdade do acusado poderia comprometer a investigação. A defesa alegou que Pires foi agredido por um grupo antes do atropelamento e que ele não havia consumido álcool, o que foi confirmado por testes de alcoolemia.

As vítimas não sofreram ferimentos graves. O caso é tratado como tentativa de homicídio qualificado, com pena que pode ultrapassar 20 anos de prisão. A defesa tentou a liberdade provisória, mas o pedido foi negado. O juiz ressaltou que ainda há testemunhas a serem ouvidas e que Pires não demonstrou ter residência fixa, o que aumenta o risco de fuga.

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