Ramon Morales-Reyes, um mexicano de 54 anos, foi preso por ameaçar de morte o presidente Donald Trump. Ele enviou uma carta ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas prometendo atirar no presidente durante um comício. Morales-Reyes tem um histórico criminal, incluindo várias entradas ilegais nos EUA e condenações por atropelamento e fuga. Na carta, ele expressou descontentamento com as políticas de deportação de Trump e disse que planejava se “auto-deportar” para o México após cometer o ato. O Departamento de Segurança Interna destacou a importância da rápida ação do ICE para evitar um possível ataque. A secretária Kristi Noem lembrou que essa ameaça surge em um clima de retórica agressiva contra Trump e pediu que políticos e a mídia moderem suas declarações para não incitar violência.
Os EUA confirmaram a prisão de Ramon Morales-Reyes, um mexicano de 54 anos, por ameaçar de morte o presidente Donald Trump. O incidente ocorreu em 21 de maio, quando Morales-Reyes enviou uma carta ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE) prometendo atirar no presidente durante um comício. Ele está sob custódia na cadeia do Condado de Dodge, em Wisconsin.
Na carta, Morales-Reyes expressou sua frustração com as políticas de deportação da administração Trump, afirmando que os mexicanos têm contribuído mais para o país do que os brancos. Ele mencionou que planejava se “auto-deportar” para o México após cometer o ato. O Departamento de Segurança Interna, liderado por Kristi Noem, destacou a importância da rápida ação do ICE para evitar um possível ataque.
Histórico Criminal
Morales-Reyes possui um extenso histórico criminal, incluindo múltiplas entradas ilegais nos EUA e condenações por atropelamento e fuga. Entre 1998 e 2005, ele teria tentado entrar no país pelo menos nove vezes. A secretária Noem ressaltou que essa ameaça ocorre menos de um ano após um ataque a Trump em Butler, Pensilvânia, e em meio a um clima de retórica agressiva contra o presidente.
A administração Trump tem enfrentado diversas ameaças à segurança, e a retórica de figuras públicas, como o ex-diretor do FBI James Comey, tem sido alvo de críticas. Noem pediu que políticos e membros da mídia moderem suas declarações para evitar incitar violência. A situação de Morales-Reyes reflete a tensão crescente em torno das políticas de imigração e segurança nacional nos EUA.
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