Os contratos de concessão das linhas de ônibus no Rio de Janeiro, que deveriam acabar em 2028, foram antecipados. Um novo acordo entre a prefeitura e os consórcios responsáveis vai mudar a operação já em 2023. A cidade será dividida em lotes menores para aumentar a concorrência e melhorar o serviço. A primeira fase inclui a aposentadoria de 200 ônibus sem ar-condicionado até 1º de novembro. O prefeito Eduardo Paes disse que a mudança é necessária devido à baixa eficiência do sistema atual, que transportou 65 milhões de passageiros, menos do que antes da pandemia. A nova concessão será feita em cinco fases, com a primeira licitação prevista para o segundo semestre de 2023, focando nas áreas mais críticas, como a Zona Oeste. A expectativa é que a nova frota traga ônibus novos e acessíveis, melhorando a mobilidade na cidade.
Os contratos de concessão das linhas de ônibus no Rio de Janeiro, que deveriam expirar em 2028, foram antecipados. O novo acordo, firmado entre a prefeitura e os consórcios Intersul, Internorte, Transcarioca e Santa Cruz, prevê mudanças na operação já para 2023. A coletiva de imprensa, marcada para esta quarta-feira, contará com a presença do prefeito Eduardo Paes e da secretária municipal de Transportes, Maína Celidonio.
As alterações na concessão ocorrerão em fases, começando com a transferência de linhas da Zona Oeste, como Campo Grande e Santa Cruz. A proposta é que a cidade seja dividida em lotes menores, ao invés dos quatro grandes consórcios atuais. O objetivo é aumentar a competitividade e melhorar a qualidade do serviço prestado. A primeira fase deve incluir a aposentadoria de 200 ônibus sem ar-condicionado até 1º de novembro.
O novo modelo de concessão foi discutido em uma audiência de conciliação, onde os empresários expressaram insatisfação com o cumprimento de acordos anteriores. O prefeito Eduardo Paes destacou que a mudança é necessária devido ao histórico de baixa eficiência do sistema atual, que já transportou 65 milhões de passageiros, número inferior ao registrado antes da pandemia.
A nova estrutura de concessão será dividida em cinco fases, com a primeira licitação prevista para ocorrer no segundo semestre de 2023. As áreas mais críticas, como a Zona Oeste, receberão atenção prioritária. A expectativa é que a nova frota inclua ônibus novos e acessíveis, com foco na melhoria da mobilidade urbana na cidade.
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