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Venezuelano sonha com carreira em cosméticos e é deportado para prisão em El Salvador

Andry Hernández, artista venezuelano, enfrenta detenção em El Salvador após deportação injusta. Protestos clamam por sua libertação e justiça.

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Andry José Hernández Romero, um artista de maquiagem da Venezuela, deixou seu país em busca de asilo nos Estados Unidos devido a perseguições por sua orientação sexual. No entanto, sua situação piorou quando ele foi deportado para El Salvador, onde está preso com outros migrantes sem poder se comunicar com suas famílias. Andry, que completou 32 anos recentemente, foi deportado com acusações falsas de ligação a uma gangue. Sua mãe pediu ajuda, dizendo que a família está sofrendo há dois meses. Amigos de Andry afirmam que ele foi deportado sem provas concretas, apenas por causa de suas tatuagens. Atualmente, ele e outros estão em uma prisão em El Salvador, e a ACLU está processando o governo dos EUA, alegando que a deportação é ilegal e viola direitos constitucionais. A situação gerou protestos nos EUA, com políticos pedindo a libertação de Andry e um julgamento justo.

Andry José Hernández Romero, um artista de maquiagem venezuelano, buscou asilo nos Estados Unidos em 2024, fugindo de perseguições por sua orientação sexual e problemas políticos. No entanto, sua jornada se transformou em um pesadelo. Após ser deportado para El Salvador, ele e outros migrantes estão detidos em uma prisão sem comunicação com suas famílias.

Hernández, que completou 32 anos na quarta-feira, é um dos muitos venezuelanos deportados sob acusações infundadas de associação com a gangue Tren de Aragua. Sua mãe, Alexis Romero, expressa a angústia da família: “Por favor, tragam-no de volta, são dois meses de sofrimento.” A falta de notícias sobre Andry gera protestos por justiça e clama por sua libertação.

O artista, conhecido por suas habilidades em design e maquiagem, deixou sua cidade natal, Capacho Nuevo, com o sonho de abrir um salão de beleza nos EUA. Ele foi detido logo após sua chegada ao país, em agosto de 2024, e, segundo amigos, sua deportação ocorreu sem evidências concretas que o ligassem a atividades criminosas. “A única razão foram suas tatuagens,” afirma Reina Cárdenas, amiga de Andry.

Atualmente, Andry e outros migrantes estão em uma prisão em El Salvador, onde não têm acesso a comunicação com o mundo exterior. A ACLU está processando o governo dos EUA, alegando que a invocação da Alien Enemies Act para deportá-los é ilegal e viola os direitos constitucionais. “Mais de cem venezuelanos foram enviados a uma prisão brutal sem chance de defesa,” afirma Lee Gelernt, advogado da ACLU.

A situação de Andry e outros detidos gerou uma onda de apoio nos EUA, com políticos e advogados exigindo sua libertação. “É antiético deportar residentes sem devido processo,” declarou Brad Hoylman-Sigal, senador estadual de Nova York. A pressão continua para que Andry e os demais migrantes sejam trazidos de volta e tenham acesso a um julgamento justo.

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