A Prefeitura de São Paulo vai começar a aplicar a Zona Azul sob o Minhocão a partir de 2 de outubro. Essa mudança é para organizar o estacionamento que estava sendo usado de forma irregular por uma oficina. Os veículos estacionados já foram notificados e têm cinco dias para serem retirados, ou os donos podem enfrentar uma multa de R$ 25 mil. Com a nova regra, o estacionamento terá um limite de duas horas e não será permitido estacionar motocicletas. A ideia é aumentar o número de vagas disponíveis. Antes, o espaço estava sendo usado como um pátio privado, com veículos parados por dias, o que gerou reclamações. A Prefeitura também espera que essa medida ajude a combater o descarte irregular de lixo na área. No entanto, a proposta enfrentou críticas de vereadores que acham que a população não foi consultada e que isso pode atrapalhar o trânsito, especialmente para os ônibus. A ideia, que foi proposta pelo vice-prefeito, pode ser expandida para outras partes do Minhocão, mas há preocupações sobre o impacto no tráfego.
A Prefeitura de São Paulo anunciou a implementação da Zona Azul sob o Minhocão a partir de 2 de outubro. A medida visa regulamentar o estacionamento que, até então, era monopolizado por uma oficina, gerando denúncias de uso irregular do espaço.
A gestão notificou veículos estacionados, dando um prazo de cinco dias para a remoção, sob pena de multa de R$ 25 mil. A nova regulamentação permitirá a rotatividade de até duas horas e proíbe o estacionamento de motocicletas. O objetivo é aumentar a disponibilidade de vagas no local.
A situação anterior, sem regras, permitiu que o estacionamento fosse utilizado como um pátio privado, conforme denunciado pelo vereador Nabil Bonduki (PT). Ele destacou que os mesmos veículos estavam no local há dias, comprometendo a função pública do espaço. A Prefeitura, por sua vez, argumenta que a nova medida também ajudará a evitar o descarte irregular de lixo na região.
Críticas e Desafios
O projeto de estacionamento, que ocupa um trecho de 20 metros de extensão, foi criticado por vereadores que afirmam que a população não foi ouvida. Além disso, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a SPTrans apontaram que a implementação de vagas poderia prejudicar a fluidez do trânsito, especialmente para os ônibus que circulam na área.
A proposta, idealizada pelo vice-prefeito coronel Mello Araújo (PL), foi iniciada rapidamente após um e-mail da Subprefeitura da Sé. A gestão municipal pretende expandir a ideia para outros trechos do Minhocão, mas enfrenta resistência devido a preocupações com o impacto no tráfego.
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