Na véspera de Natal de 2022, um caminhão-tanque com explosivos foi encontrado em Brasília, planejado por apoiadores de Jair Bolsonaro para causar um atentado. O veículo, que tinha mais de 60 mil litros de combustível, estava próximo a um aeroporto e tinha dinamite acoplada. O ataque não aconteceu porque o detonador falhou, e os responsáveis foram presos. O delegado Marcelo Fernandes, que evitou a tragédia, é irmão do general Mario Fernandes, que está preso acusado de conspirar contra a democracia. A defesa do general espera que o depoimento do irmão ajude a provar sua inocência, alegando que ele não participou do plano golpista. Mario Fernandes, que tinha uma posição importante no governo de Bolsonaro, é acusado de ter elaborado um plano para neutralizar Lula e outros líderes. Ele nega as acusações e afirma que o documento que redigiu era apenas uma análise de cenário. Enquanto isso, Marcelo Fernandes agora lidera uma divisão da polícia que investiga crimes financeiros.
Na madrugada de 24 de dezembro de 2022, Brasília quase sofreu um atentado quando um caminhão-tanque com explosivos foi encontrado próximo ao aeroporto. O veículo, que continha mais de 60 mil litros de querosene de aviação, estava equipado com uma bomba que falhou em detonar. Dois apoiadores de Jair Bolsonaro planejavam a explosão para gerar uma crise política e impedir a posse do presidente Lula.
O delegado que evitou a tragédia, Marcelo Fernandes, é irmão do general Mario Fernandes, que está preso sob acusações de conspirar contra a democracia. A defesa do general espera que o depoimento de Marcelo, que será ouvido no processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ajude a provar sua inocência. Mario Fernandes, próximo a Bolsonaro, é acusado de elaborar um plano para neutralizar Lula e outros líderes.
O general está detido desde novembro de 2022 e pode enfrentar até quarenta anos de prisão se condenado. A Procuradoria-Geral da República afirma que ele redigiu um documento intitulado “Punhal Verde e Amarelo” no Palácio do Planalto. A defesa argumenta que o depoimento de Marcelo pode desmantelar a tese de que Mario é um extremista, já que um irmão não conspiraria enquanto o outro age para evitar um atentado.
Marcelo Fernandes, que atualmente chefia a Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais, foi fundamental na prisão do autor do atentado fracassado, George Washington de Sousa, que possuía um arsenal. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, já negou pedidos de libertação do general, que se diz injustiçado.
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