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Coronel ligado a Zema monitorou nome de Lula para Minas, Pacheco

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, foi alvo de um plano de assassinato orquestrado por Etevaldo Caçadini, coronel reformado e apoiador de Jair Bolsonaro. A Polícia Federal desmantelou uma organização criminosa chamada "Comando C4", que visava eliminar autoridades, incluindo Pacheco, que conta com o apoio de Lula para a candidatura ao governo de Minas em 2026. Durante a operação, a PF apreendeu anotações de Caçadini que detalhavam um plano para assassinar Pacheco, com uma tabela de pagamentos que variava de R$ 30 mil a R$ 250 mil, dependendo do alvo. O arsenal encontrado incluía cinco fuzis com silenciador, quinze pistolas, explosivos e veículos para fuga. O grupo "Comando C4" era formado por militares e civis e se autodenominava "Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos". Caçadini, que já foi subsecretário de Segurança no governo de Romeu Zema, é conhecido por suas opiniões extremas e por ter sugerido a criação de um grupo de extermínio. Ele também é acusado de estar envolvido em um esquema de venda de sentenças no Judiciário. Além disso, a PF encontrou fotos de cadáveres em celulares de membros da organização, que celebravam os "serviços executados". O coronel está associado à chamada "ABIN paralela", um sistema de comunicação que operava durante o governo Bolsonaro. As investigações sobre Caçadini e o grupo continuam, com a prorrogação das apurações determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin. O governo Zema ainda não se manifestou sobre o caso. **Linha fina:** Polícia Federal desarticula plano de assassinato contra Rodrigo Pacheco, revelando uma rede criminosa com apoio militar.

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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado e apoiado por Lula para a candidatura ao governo de Minas em 2026, foi alvo de um plano de assassinato que envolvia Etevaldo Caçadini, um coronel reformado que apoia Jair Bolsonaro. A Polícia Federal desmantelou uma organização criminosa chamada “Comando C4”, que tinha a intenção de espionar e eliminar autoridades, incluindo Pacheco. Durante a operação, a PF encontrou anotações de Caçadini com detalhes sobre o plano de assassinato, incluindo uma tabela de pagamentos que variava de 30 mil a 250 mil reais, dependendo do alvo. O arsenal apreendido incluía cinco fuzis com silenciador, 15 pistolas, explosivos e veículos para fuga. O grupo era formado por militares e civis e se autodenominava “Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos”. Caçadini, que já foi subsecretário de Segurança no governo de Romeu Zema, é conhecido por suas opiniões extremas e por ter sugerido a criação de um grupo de extermínio. Além disso, a PF encontrou fotos de cadáveres em celulares de membros da organização, que celebravam os assassinatos. Caçadini também está ligado a uma “ABIN paralela”, um sistema de comunicação que funcionou durante o governo Bolsonaro. As investigações sobre ele e o grupo continuam, com a prorrogação das apurações determinada pelo ministro do STF, Cristiano Zanin, e o governo Zema ainda não se manifestou sobre o caso.

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, é alvo de um plano de assassinato que envolvia Etevaldo Caçadini, coronel reformado e apoiador de Jair Bolsonaro. A Polícia Federal desarticulou uma organização criminosa chamada “Comando C4”, que tinha como objetivo espionar e eliminar autoridades, incluindo Pacheco, que é apoiado por Lula para a candidatura ao governo de Minas em 2026.

Durante uma operação, a PF apreendeu anotações de Caçadini que detalhavam um plano para assassinar Pacheco. As anotações, encontradas em sua casa em Belo Horizonte, incluíam uma tabela com valores de pagamento para assassinatos, variando de 30 mil a 250 mil reais, dependendo do alvo. O arsenal apreendido incluía cinco fuzis com silenciador, 15 pistolas, explosivos e veículos para fuga.

O grupo “Comando C4” era composto por militares e civis, e se autodenominava “Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos”. Caçadini, ex-subsecretário de Segurança do governo de Romeu Zema, é conhecido por suas opiniões radicais e por ter sugerido a criação de um grupo de extermínio durante seu mandato. Ele também é apontado como envolvido em um esquema de venda de sentenças no Judiciário.

Além disso, a PF encontrou fotos de cadáveres em celulares de membros da organização, que celebravam os “serviços executados”. O coronel é associado à chamada “ABIN paralela”, um sistema de comunicação que operava durante o governo Bolsonaro. As investigações sobre Caçadini e o grupo continuam, com a prorrogação das apurações determinada pelo ministro do STF, Cristiano Zanin. O governo Zema ainda não se manifestou sobre o caso.

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