A Mills Manufacturing, uma fábrica de paraquedas na Carolina do Norte, está enfrentando problemas devido a mudanças nas leis de imigração. A recente decisão da Suprema Corte pode fazer com que a empresa perca 30% de seus trabalhadores, que são essenciais para a produção de paraquedas militares. A Mills é uma das poucas fábricas nos EUA que pode produzir modelos usados pelo Exército e Fuzileiros Navais. Um terço dos funcionários é latino-americano e outro terço vem da Europa Oriental. O CEO, John Oswald, está preocupado com a situação, pois muitos dos empregados têm autorizações de trabalho temporárias que estão ameaçadas. Essa decisão pode afetar cerca de 1,8 milhão de imigrantes em situações semelhantes. Funcionários como Alisa Kapustyanskaja e Elba Lozano destacam a importância dos imigrantes para a operação da fábrica. Lozano, agora cidadã americana, acredita que trabalhadores dedicados merecem oportunidades. Oswald alerta que a falta de mão de obra pode comprometer a produção de 5 mil paraquedas por ano. As políticas da administração Trump, que visam aumentar a deportação de imigrantes, geram incertezas para a empresa e seus funcionários.
Em uma fábrica de paraquedas na Carolina do Norte, a Mills Manufacturing enfrenta uma crise potencial devido a mudanças nas políticas migratórias. A recente decisão da Suprema Corte, que permite a retirada de proteções legais para imigrantes, pode resultar na perda de 30% da força de trabalho da empresa, crucial para a produção de paraquedas militares.
Localizada nas Montanhas Blue Ridge, a Mills é uma das únicas duas fábricas nos EUA certificadas para produzir os modelos MC-6 e T-11, utilizados pelo Exército e Fuzileiros Navais. A empresa, que já foi uma produtora de roupas íntimas, agora depende de uma equipe diversificada, onde um terço dos trabalhadores é latino-americano e outro terço, da Europa Oriental. O CEO, John Oswald, expressou preocupação, afirmando que a perda desses trabalhadores seria devastadora para a operação.
Cerca de um quarto dos empregados da Mills possui autorizações temporárias para trabalhar nos EUA, agora ameaçadas. A decisão da Suprema Corte afeta aproximadamente 1,8 milhão de imigrantes em situação semelhante, muitos deles em setores essenciais da economia. Oswald tem buscado apoio de grupos locais para orientar os funcionários e pressionado por reformas migratórias.
A situação é crítica. Funcionários como Alisa Kapustyanskaja, imigrante ucraniana, e Elba Lozano, que atravessou a fronteira com o México, destacam a importância dos imigrantes para a operação da Mills. Lozano, agora cidadã americana, defende que trabalhadores dedicados merecem oportunidades, enquanto Oswald enfatiza que a falta de mão de obra pode comprometer a produção de 5 mil paraquedas por ano.
As políticas da administração Trump, que visam intensificar a deportação de imigrantes, geram incertezas e preocupações tanto para empregadores quanto para empregados, colocando em risco a continuidade de operações em empresas como a Mills.
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