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Fábrica de paraquedas enfrenta crise com possível perda de trabalhadores imigrantes

Mills Manufacturing pode perder 30% de sua equipe imigrante após decisão da Suprema Corte, ameaçando a produção de paraquedas militares.

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A Mills Manufacturing, uma fábrica na Carolina do Norte que produz paraquedas militares, enfrenta um grande desafio. A Suprema Corte dos EUA permitiu que o governo retirasse proteções legais para imigrantes, o que pode fazer com que 30% de seus 56 funcionários percam o direito de trabalhar. A empresa, que depende de uma força de trabalho diversificada, tem cerca de um quarto de seus empregados com autorizações temporárias, agora ameaçadas pelas políticas da administração Trump. O CEO da Mills, John Oswald, expressou preocupação com a possível perda desses trabalhadores, que são essenciais para a produção de cerca de 5 mil paraquedas por ano. A fábrica, que começou em 1935, tem muitos funcionários latinos e de Europa Oriental, e oferece aulas de inglês para ajudar na comunicação. A situação reflete um problema maior, já que quase dois milhões de imigrantes com permissões temporárias estão em risco de deportação. Oswald está buscando apoio para uma reforma migratória, destacando a dedicação e o valor dos imigrantes para o negócio.

Em uma fábrica na Carolina do Norte, a Mills Manufacturing, uma das poucas autorizadas a produzir paraquedas militares nos Estados Unidos, enfrenta uma crise. A decisão da Suprema Corte, em 19 de maio, de permitir a retirada de proteções legais para imigrantes pode resultar na perda de 30% de sua força de trabalho. A empresa, que produz os modelos MC-6 e T-11 para o Exército e Fuzileiros Navais, conta com uma equipe diversificada, onde cerca de um quarto dos funcionários possui autorizações temporárias.

O CEO da Mills, John Oswald, alertou que a possível saída de trabalhadores imigrantes seria “devastadora” para a operação da empresa. A Mills, fundada em mil novecentos e trinta e cinco, atualmente produz cerca de cinco mil paraquedas por ano, com um processo de fabricação que envolve 27 etapas. A equipe é composta por um terço de latinos e um terço de europeus orientais, com comunicação em diversos idiomas.

Impacto das Políticas Migratórias

A decisão da Suprema Corte afeta aproximadamente 1,8 milhão de pessoas em situação semelhante, que atuam em setores essenciais da economia. Oswald tem buscado apoio de grupos locais para orientar os funcionários e tem pressionado por uma reforma migratória. A situação é crítica, pois muitos trabalhadores expressaram preocupação sobre a segurança de seus empregos.

Funcionários como Alisa Kapustyanskaja, imigrante ucraniana, e Elba Lozano, que atravessou a fronteira com o México, destacam a importância dos imigrantes para a operação da Mills. Lozano, agora cidadã americana, acredita que trabalhadores dedicados devem ter oportunidades, enquanto Oswald enfatiza que a falta desses funcionários criaria um “buraco enorme” na produção.

Desdobramentos e Reações

A administração Trump argumenta que os programas de permissão humanitária são temporários e emergenciais, enquanto a situação permanece em debate nos tribunais. A Mills Manufacturing, que se estabeleceu na Carolina do Norte em mil novecentos e cinquenta e dois, pode enfrentar desafios significativos se as políticas migratórias não forem revistas. A crise na fábrica reflete um problema mais amplo, afetando empresas de todos os tamanhos nos Estados Unidos.

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