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Juiz federal protege fotógrafa cristã de leis que obrigam a fotografar casamentos gays

Juiz federal garante à fotógrafa Emilee Carpenter o direito de não fotografar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, protegendo suas crenças.

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Um juiz federal decidiu que Nova York não pode obrigar a fotógrafa cristã Emilee Carpenter a fotografar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, pois isso violaria suas crenças religiosas. O juiz Frank Geraci, do Tribunal Distrital dos EUA, reconheceu que os serviços de Carpenter são uma forma de expressão protegida pela Primeira Emenda. Carpenter havia enfrentado a possibilidade de multas e até prisão por se recusar a seguir as leis de não discriminação do estado. A decisão permite que ela continue a trabalhar de acordo com suas convicções, sem ser forçada a atender casais do mesmo sexo. A organização Alliance Defending Freedom, que a representa, celebrou a decisão, afirmando que a liberdade de expressão deve ser respeitada para todos. Carpenter nunca foi processada por sua recusa, mas outros empresários enfrentaram problemas legais semelhantes por motivos religiosos.

Um juiz federal decidiu a favor da fotógrafa cristã Emilee Carpenter, impedindo a aplicação de leis de Nova York que a obrigariam a fotografar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, contrariando suas crenças religiosas. A decisão foi proferida pelo juiz Frank Geraci, do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Oeste de Nova York, na quinta-feira.

Carpenter alegou que as leis de não discriminação do estado violavam seus direitos de liberdade de expressão e de religião. O juiz reconheceu que seus serviços de fotografia constituem uma forma de expressão protegida pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Geraci afirmou que Nova York não pode forçar Carpenter a oferecer serviços de fotografia a casais do mesmo sexo, nem impedi-la de fazer perguntas para determinar a natureza do evento.

A batalha legal de Carpenter se arrasta há anos. Em 2021, um tribunal federal havia decidido contra ela, mas a Suprema Corte dos EUA, em um caso anterior, estabeleceu que a Primeira Emenda proíbe que estados obriguem indivíduos a participar de atividades expressivas contra suas crenças. Após essa decisão, o Tribunal de Apelações dos EUA ordenou uma nova análise do caso de Carpenter.

A organização sem fins lucrativos Alliance Defending Freedom, que representa Carpenter, comemorou a decisão. O conselheiro sênior Bryan Neihart destacou que a liberdade de expressão é um direito de todos e que o tribunal reafirmou essa proteção. Carpenter enfrentava possíveis sanções severas, incluindo multas de até R$ 100 mil e a revogação de sua licença comercial.

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