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Marina reafirma compromisso com o governo e destaca avanços na agenda ambiental

Marina Silva critica flexibilização do licenciamento ambiental e defende diálogo após ofensas no Senado. Medidas contra ofensores estão em andamento.

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A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deixou a Comissão de Infraestrutura do Senado após ser ofendida. Ela criticou a recente aprovação da flexibilização do licenciamento ambiental, que pode causar problemas entre estados e municípios e afetar comunidades indígenas. Marina destacou que, apesar das dificuldades, a agenda ambiental do governo Lula continua avançando, com apoio de vários ministérios para reduzir o desmatamento. Ela também mencionou que a nova legislação pode ser inconstitucional e prejudicial ao meio ambiente, ressaltando que o projeto não foi amplamente discutido. Durante sua saída, a ministra afirmou que os ataques que sofreu foram inaceitáveis e que sua retirada foi um ato político, pedindo uma autocorreção nas instituições.

Após a aprovação da flexibilização do licenciamento ambiental, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, se retirou da Comissão de Infraestrutura do Senado, onde foi alvo de ofensas. Ela destacou a importância de um diálogo construtivo para a proteção da agenda ambiental.

Marina afirmou que, apesar das divergências, a agenda ambiental avança no governo Lula. Em entrevista à Folha, ela ressaltou que “muita gente está do lado da proteção ambiental” e que o governo tem agido para reduzir o desmatamento, com a colaboração de 19 ministérios. A ministra criticou a recente votação que favoreceu a flexibilização do licenciamento, que, segundo ela, pode gerar conflitos entre estados e municípios e comprometer a proteção das comunidades indígenas.

Durante sua saída da comissão, Marina expressou que os ataques que sofreu foram inaceitáveis e que sua retirada foi um ato político. Ela enfatizou a necessidade de autocorreção nas instituições e mencionou que seus advogados já estão trabalhando em medidas contra os ofensores. A ministra também comentou sobre a repercussão negativa da flexibilização do licenciamento, que, segundo ela, pode ser inconstitucional e prejudicial ao meio ambiente.

Marina Silva defendeu que o projeto aprovado no Senado não foi amplamente discutido e que a sociedade precisa de tempo para avaliar suas implicações. Ela alertou que a nova legislação pode comprometer a eficácia do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e a proteção das áreas de conservação. A ministra acredita que, se houver um debate adequado, é possível reverter a situação e garantir a proteção ambiental necessária.

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