A oposição no Fluminense está se organizando para barrar a proposta do presidente Mario Bittencourt de criar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Recentemente, figuras importantes da política do clube se reuniram na casa de Celso Barros, incluindo Luis Monteagudo, Alexey Dantas, Sérgio Poggi e Rafael Rolim. Eles criticaram a falta de transparência no processo e a ética do presidente, que pretende assumir um cargo de liderança na nova estrutura. Barros destacou que o clube, com sua longa história e milhões de torcedores, merece ser tratado com mais respeito e não deve entrar em um projeto apressado e arriscado.
A oposição no Fluminense se mobiliza para barrar a implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) proposta pelo presidente Mario Bittencourt. Recentemente, figuras influentes da política tricolor se reuniram na casa de Celso Barros, na Barra Tijuca, para discutir estratégias.
Entre os participantes estavam Luis Monteagudo, advogado e presidente do grupo político Tricolor de Coração; Alexey Dantas, advogado; Sérgio Poggi, arquiteto do BNDES; e Rafael Rolim, procurador do Estado, todos do Movimento Futuro Flu. Celso Barros criticou a falta de transparência no processo e questionou a ética de Bittencourt ao pleitear um cargo de CEO no novo modelo.
Barros afirmou que “o Fluminense não pode correr o risco de entrar nesta aventura de uma SAF feita de maneira apressada e sem transparência”. Ele destacou que a proposta atual não respeita a história do clube, que possui milhões de torcedores ao redor do mundo. A reunião reflete um crescente descontentamento entre os membros da oposição, que buscam alternativas mais transparentes e éticas para a gestão do clube.
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