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Manifestantes de extrema direita pedem a saída de Pedro Sánchez em frente à Moncloa

Manifestações contra o governo de Pedro Sánchez ganham força, com apoio de líderes da extrema direita e ataques à imprensa.

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Uma manifestação ocorreu em frente ao Palácio de La Moncloa, onde cerca de 300 a 400 pessoas pediram a saída do presidente Pedro Sánchez. O líder do Vox, Santiago Abascal, participou e criticou o governo, chamando-o de corrupto e criminoso. Ele afirmou que o Vox tem lutado contra o governo em várias frentes, incluindo o Parlamento e nas ruas. A manifestação teve bandeiras da Espanha, algumas com símbolos franquistas, e os participantes gritaram frases de apoio a Franco e Hitler. Após a saída de Abascal, houve ataques verbais à imprensa, com manifestantes agredindo jornalistas e xingando-os. A situação se tornou tensa, com a polícia separando os manifestantes da entrada do Palácio.

Manifestações contra o governo de Pedro Sánchez marcam protestos em Madrid

Na tarde de quinta-feira, entre 300 e 400 pessoas se reuniram em frente ao Palácio de La Moncloa, em Madrid, para exigir a demissão do presidente do governo, Pedro Sánchez. O evento, convocado por grupos de extrema direita, contou com a presença do líder do Vox, Santiago Abascal, que apoiou os protestos.

Os manifestantes exibiram bandeiras da Espanha, algumas com símbolos controversos, e entoaram gritos como “Pedro, Pedro, o que falta para você sair” e “Viva este monte de patriotas”. O clima remeteu a outras manifestações anteriores, mas esta se destacou por ocorrer nas proximidades da sede do governo, onde jornalistas costumam realizar coberturas.

Apoio de líderes políticos

Santiago Abascal afirmou que o Vox não abandonou as ruas para denunciar o que considera um governo corrupto e criminoso. Ele criticou o Partido Popular, acusando-o de manter um pacto com os socialistas em Bruxelas que sustenta Sánchez no poder. Abascal também pediu que o presidente do PP, Alberto Núñez Feijoó, rejeite esses acordos e apresente uma moção de censura.

A manifestação foi impulsionada pela divulgação de uma gravação que envolve uma militante do PSOE tentando obter informações comprometedoras de um oficial da Guarda Civil. O evento também foi marcado por ataques verbais à imprensa, com jornalistas sendo hostilizados e agredidos verbalmente.

Ataques à imprensa

Após a saída de Abascal, um homem agrediu uma repórter da La Sexta, arrancando seu microfone e lançando-o ao ar. Os jornalistas da TVE também enfrentaram hostilidade, com gritos de “jornalistas manipuladores” e outras ofensas. A pressão sobre a imprensa se intensificou até o fim da concentração, que foi separada por um cordão policial.

Os manifestantes, que se autodenominam defensores da unidade da Espanha, expressaram opiniões que indicam uma visão polarizada sobre o país. A próxima manifestação contra o governo está marcada para o dia oito de junho, convocada pelo PP e apoiada por grupos de extrema direita.

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