A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou mudanças no sistema de ônibus da cidade, que será dividido em 31 lotes até 2028. Os atuais consórcios, que operam desde 2010, serão substituídos por novos operadores. A primeira fase incluirá Campo Grande e Santa Cruz, com a previsão de que novos ônibus com piso baixo e ar-condicionado comecem a circular em abril de 2026. A cidade atualmente tem 4.085 ônibus, e a expectativa é que a nova frota chegue a 5 mil veículos, aumentando a oferta em mais de 20%. O Índice de Qualidade do Transporte (IQT) será usado para definir as áreas prioritárias, e a Zona Oeste foi identificada como a mais necessitada. As novas exigências incluem ônibus com motor traseiro e tecnologia menos poluente. A prefeitura também planeja uma pintura padronizada para os veículos, facilitando a identificação. A mudança ocorre após críticas à qualidade do serviço prestado pelos consórcios atuais, que têm um histórico de insatisfação entre os usuários.
A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a reestruturação do sistema de ônibus, que será dividido em 31 lotes até 2028. O novo modelo, que substituirá os quatro consórcios atuais (Intersul, Internorte, Transcarioca e Santa Cruz), visa melhorar a qualidade do transporte, especialmente nas áreas com pior Índice de Qualidade do Transporte (IQT), como a Zona Oeste.
A primeira fase da licitação incluirá Campo Grande e Santa Cruz, com previsão de edital em julho e licitação em outubro. A expectativa é que novos ônibus, com piso baixo e ar-condicionado, entrem em operação em abril de 2026. A frota atual, composta por 4.085 veículos, terá um acréscimo de 680 novos ônibus nessas áreas.
A secretária de Transportes, Maína Celidonio, destacou que os novos veículos devem ser acessíveis, sem degraus, e que a qualidade do asfalto será um desafio a ser enfrentado. Desde 2021, mais de 920 quilômetros de asfalto foram instalados na cidade, e um programa de recapeamento será implementado para acompanhar a renovação da frota.
O prefeito Eduardo Paes criticou a qualidade do serviço prestado pelos consórcios atuais, afirmando que o sistema opera há décadas com pouca institucionalidade. Ele ressaltou que a mudança é necessária para oferecer um transporte digno e decente à população. As novas exigências incluem motor traseiro e painéis de LED com informações sobre itinerários.
Além disso, a prefeitura manterá os subsídios para as empresas que assumirem os lotes, mas exigirá comprovação de saúde financeira para garantir a qualidade do serviço. O IQT será renovado trimestralmente até o fim das concessões atuais, em agosto de 2028, e as áreas com as piores avaliações serão priorizadas nas licitações futuras.
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