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Apelação mantém suspensão de demissões em massa de funcionários federais de Trump

Apelação mantém suspensão das demissões em massa de funcionários federais por ordem de Trump, exigindo autorização do Congresso para mudanças.

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Um tribunal de apelações dos EUA decidiu que as demissões em massa de funcionários federais ordenadas pelo presidente Donald Trump ficarão suspensas. A corte afirmou que Trump não pode fazer essas mudanças sem a autorização do Congresso. Essa decisão é um grande revés para os planos de Trump de reduzir o tamanho do governo. Um juiz da Califórnia já havia bloqueado essas demissões, questionando como uma grande mudança nas agências federais poderia ser feita sem a aprovação do Congresso. A administração Trump pretende recorrer da decisão.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrentou um revés significativo em suas tentativas de demitir em massa funcionários federais. Um tribunal de apelações decidiu manter a suspensão das demissões, afirmando que mudanças dessa magnitude requerem autorização do Congresso. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Apelações do Nono Circuito, com sede em São Francisco, que negou o pedido da administração Trump para reverter uma ordem anterior que bloqueava as demissões.

Em fevereiro, Trump havia assinado uma ordem executiva que permitia cortes substanciais na força de trabalho federal, mas um juiz de São Francisco, Susan Illston, já havia questionado a legalidade dessa ação. O juiz argumentou que uma reestruturação tão ampla das agências federais não poderia ser realizada sem a aprovação do Legislativo. A decisão do tribunal é um obstáculo para os planos de Trump de reduzir o tamanho do governo, que incluem congelamentos de financiamento e demissões.

A administração Trump, que já havia demitido ou colocado em licença dezenas de milhares de funcionários desde o início de seu mandato, pretende recorrer ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos. Em uma declaração, a Casa Branca criticou a decisão, afirmando que um único juiz estava “tentando usurpar” o poder de contratação e demissão do Executivo. A situação continua a se desenvolver, e novas atualizações são esperadas.

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