Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, está sendo investigado pelo STF por crimes como obstrução de justiça e coação. Em uma entrevista, ele criticou o ministro Alexandre de Moraes e expressou interesse em ser candidato à presidência se essa for uma “missão” de seu pai, Jair Bolsonaro, que está inelegível. Eduardo afirmou que o Brasil deveria ter agido contra Moraes e que ele está buscando sanções contra o ministro nos Estados Unidos. Ele mencionou que Moraes se comporta como um tirano e que está tentando mobilizar autoridades americanas para sancioná-lo. Eduardo também comentou sobre a possibilidade de sua irmã, Michelle Bolsonaro, ser candidata, destacando que ela tem uma imagem positiva entre os evangélicos, mas reafirmou que a decisão sobre a candidatura cabe a Jair Bolsonaro.
Eduardo Bolsonaro, deputado federal licenciado, está sob investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como obstrução de justiça e coação. Em entrevista à revista Veja, ele criticou o ministro Alexandre de Moraes e expressou interesse em concorrer à presidência, caso essa seja uma “missão” de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O deputado afirmou que o Brasil deveria ter “parado” Moraes e que, diante da situação, recorreu a autoridades dos Estados Unidos para buscar sanções contra o ministro. “O STF hoje derruba aquilo que foi aprovado pelo Congresso. Não é uma democracia saudável”, declarou Eduardo. Ele considera Moraes um “tirano” e acredita que o ministro “sabe que vai sair derrotado”.
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde março, onde pediu licença do mandato para buscar apoio internacional. Ele mencionou que fará esforços para que o governo americano sancione Moraes e seus aliados. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, indicou que há possibilidade de sanções contra o ministro.
Candidatura à Presidência
Questionado sobre sua candidatura à presidência, Eduardo afirmou que, se for uma “missão dada” por Jair Bolsonaro, ele a cumprirá. “Meu nome já figurou em algumas pesquisas, fiquei feliz”, disse. Contudo, ele ressaltou que Jair Bolsonaro, atualmente inelegível, deveria ser o candidato.
Eduardo também comentou sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, destacando sua baixa rejeição e conexão com o público evangélico. No entanto, reiterou que a decisão sobre a candidatura cabe a Jair Bolsonaro, que ainda lidera nas pesquisas.
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