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Tribunal dos Estados Unidos congela US$ 280 milhões da criptomoeda $Libra de Milei

Criptomoeda $Libra, promovida por Javier Milei, é alvo de investigação após congelamento de $280 milhões nos EUA e crise no governo argentino.

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Um tribunal dos Estados Unidos congelou 280 milhões de dólares das vendas da criptomoeda $Libra, promovida pelo presidente argentino Javier Milei, que é suspeita de fraude. A ação judicial, que ocorre em Nova York, acusa o empresário Hyden Mark Davis e sua família de usar o apoio de Milei para atrair investidores, que acabaram perdendo todo o seu dinheiro. Após uma rápida valorização e queda do token, cerca de 75 mil pessoas foram afetadas, enquanto alguns poucos lucraram ao vender antes da queda. Milei defendeu que apenas promoveu uma investimento privado e que o mercado de criptomoedas tem riscos. No entanto, ele não explicou por que se encontrou com Davis antes do lançamento da moeda. A justiça argentina também investiga o caso, solicitando informações sobre as comunicações e atividades financeiras de Milei e outros envolvidos.

Um tribunal dos Estados Unidos congelou 280 milhões de dólares provenientes das vendas da criptomoeda $Libra, promovida pelo presidente argentino Javier Milei. A ação judicial, em trâmite no Tribunal do Distrito Sul de Nova York, envolve o empresário Hyden Mark Davis e sua família, acusados de promover a criptomoeda como um investimento seguro, levando investidores a perderem todo o seu dinheiro rapidamente.

A demanda afirma que, após um post de Milei em 14 de fevereiro, a cotação da $Libra disparou e caiu drasticamente em poucas horas, afetando cerca de 75 mil investidores. Enquanto alguns lucraram ao vender antes da queda, muitos perderam tudo. Os advogados que representam as vítimas consideraram o congelamento uma “vitória crucial” no combate à fraude.

Investigação em Andamento

A justiça argentina também investiga o caso, com a promotoria solicitando informações sobre as comunicações de Milei e de sua irmã, Karina Milei, que ocupa o cargo de secretária geral da presidência. A investigação busca entender as interações entre os envolvidos antes e depois do lançamento da criptomoeda.

Além disso, a juíza Maria Servini requisitou ao Banco Central detalhes sobre as contas bancárias de Milei e de outros suspeitos, visando analisar a evolução patrimonial desde 2023. A situação gerou uma crise significativa para o governo de Milei, que defendeu sua posição alegando que apenas promoveu um investimento privado e que o mercado de criptomoedas possui riscos inerentes.

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