O Tribunal de Justiça de São Paulo liberou Igor Ferreira Sauceda, de 28 anos, que estava preso desde julho de 2022 por atropelar e matar o motoboy Pedro Kaique Ventura Figueiredo em uma briga de trânsito. A juíza Isabel Begalli Rodriguez aceitou o pedido de habeas corpus da defesa, permitindo que ele responda ao processo em liberdade, usando tornozeleira eletrônica e cumprindo outras medidas, como comparecimento mensal à Justiça e suspensão da carteira de motorista. A juíza concluiu que não havia provas de comportamento ameaçador por parte de Sauceda e que ele colaborou com as investigações. O acidente ocorreu na Avenida Interlagos, onde Sauceda dirigia a uma velocidade de 102 km/h, bem acima do limite permitido. A vítima, que era entregador e deixou uma família, não sobreviveu aos ferimentos.
O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória ao empresário Igor Ferreira Sauceda, de 28 anos, acusado de atropelar e matar o motoboy Pedro Kaique Ventura Figueiredo. O incidente ocorreu na madrugada de 29 de julho de 2022, na Avenida Interlagos, em São Paulo. Sauceda estava preso há dez meses e agora responderá ao processo em liberdade, utilizando tornozeleira eletrônica.
A juíza Isabel Begalli Rodriguez aceitou o pedido de habeas corpus da defesa, considerando que não havia evidências de comportamento ameaçador por parte do réu. Em sua decisão, a magistrada destacou que nenhuma testemunha relatou ter sido intimidada por Sauceda ou por pessoas de seu convívio. Além disso, não foram encontrados indícios de que ele tentasse ocultar provas ou obstruir as investigações.
Entre as medidas cautelares impostas, Igor Sauceda deverá comparecer mensalmente à Justiça, terá a CNH suspensa, não poderá deixar o país e deverá entregar seu passaporte. O crime, segundo o delegado Edilson Correia de Lima, foi caracterizado por um “ataque de fúria” durante uma briga de trânsito. O empresário admitiu ter acelerado o carro após uma colisão lateral com o motociclista, que resultou na morte da vítima.
Um laudo do Instituto de Criminalística indicou que o Porsche amarelo dirigido por Sauceda estava a 102,375 km/h no momento do atropelamento, enquanto o limite de velocidade na via é de 50 km/h. Pedro Kaique Ventura Figueiredo, que trabalhava como entregador, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Ele deixou um filho de três anos e uma esposa com quem havia se casado recentemente.
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