Jair Bolsonaro enfrenta um processo por uma suposta trama golpista e seus aliados já acreditam que ele será condenado. Recentemente, surgiu a preocupação de que ele possa ser silenciado nas redes sociais, mesmo se ficar em prisão domiciliar. Isso seria um grande golpe para sua capacidade de se comunicar e mobilizar seus apoiadores. O ministro Alexandre de Moraes já impôs restrições a outros investigados, e há temores de que medidas semelhantes possam ser aplicadas a Bolsonaro antes mesmo de uma condenação. Além disso, um inquérito foi aberto contra seu filho, Eduardo Bolsonaro, o que aumenta a preocupação de que o ex-presidente possa enfrentar prisão ou bloqueio de bens. Bolsonaro já declarou que ajuda a pagar as despesas de Eduardo nos Estados Unidos, o que pode complicar ainda mais sua situação. A perda de acesso às redes sociais, onde ele tem milhões de seguidores, seria um golpe ainda mais severo do que a prisão para ele.
Jair Bolsonaro enfrenta crescente preocupação entre aliados sobre a possibilidade de ser silenciado nas redes sociais, mesmo que permaneça em prisão domiciliar. A expectativa de condenação no processo da suposta trama golpista se intensifica, com o ministro Alexandre de Moraes já adotando medidas cautelares contra outros investigados.
Aliados do ex-presidente temem que medidas restritivas sejam implementadas antes mesmo de uma condenação. Moraes já impôs veto a outros envolvidos, como a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada a 14 anos por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. A situação gera apreensão entre os bolsonaristas, que acreditam que o conflito com o Supremo Tribunal Federal (STF) pode resultar em ações rápidas contra Bolsonaro.
A recente abertura de um inquérito contra Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, por coação na articulação com o governo Trump, adiciona mais incertezas. Bolsonaro, que deporá no inquérito na próxima quinta-feira, já declarou que arca com as despesas do filho nos Estados Unidos, o que pode levá-lo a ser considerado cúmplice em um eventual processo.
A perda de acesso às redes sociais é vista como um golpe significativo para Bolsonaro, que utilizou essas plataformas como principal ferramenta de comunicação em suas campanhas. Com perfis que somam mais de 40 milhões de seguidores, a proibição de uso poderia ser mais prejudicial do que a prisão, segundo aliados. A expectativa é que Moraes tome decisões logo após o depoimento de Bolsonaro, intensificando a tensão no cenário político.
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