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Renan Calheiros rejeita conciliação em queixa-crime de Arthur Lira no STF

Renan Calheiros rejeita conciliação em queixa-crime de Arthur Lira, alegando que a disputa é política e a audiência seria infrutífera.

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O senador Renan Calheiros informou ao Supremo Tribunal Federal que não quer fazer um acordo em um processo movido pelo deputado Arthur Lira. Calheiros disse que os dois são adversários políticos e que a tentativa de conciliação seria inútil. A queixa foi feita após Calheiros acusar Lira de corrupção e uso indevido de recursos públicos. Lira se sentiu caluniado e pediu justiça. A Procuradoria-Geral da República sugeriu uma audiência de conciliação, mas a defesa de Calheiros argumentou que isso não faria sentido. Eles também pediram que o processo fosse rejeitado, alegando que as declarações de Calheiros estão protegidas pela imunidade parlamentar. A defesa de Lira contestou essa imunidade, dizendo que não se aplica neste caso. A queixa foi inicialmente apresentada na Justiça Federal, mas agora está no STF, sob a relatoria do ministro André Mendonça.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não deseja participar de um processo de conciliação referente à queixa-crime apresentada pelo deputado federal Arthur Lira (PP-AL). Calheiros argumentou que ambos são “adversários políticos declarados”, o que tornaria a conciliação “infrutífera”.

A queixa-crime foi protocolada em 2023, após Calheiros afirmar que Lira “privatizou a prefeitura de Maceió” e que o deputado se beneficiou do orçamento secreto, além de ter utilizado prefeituras para lavar dinheiro. Lira, por sua vez, alegou ser alvo de calúnia, difamação e injúria.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) sugeriu uma audiência de conciliação, conforme previsto no Código de Processo Penal. Contudo, a defesa de Calheiros já havia solicitado a rejeição do processo, sustentando que as declarações estão protegidas pela imunidade parlamentar. A defesa de Lira contestou essa imunidade, argumentando que as declarações não têm relação com o exercício do mandato.

A queixa, inicialmente apresentada na Justiça Federal do Distrito Federal, foi transferida para o STF, onde o relator é o ministro André Mendonça.

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