O Citigroup, que havia imposto restrições a clientes que vendiam armas após o tiroteio em Parkland em 2018, decidiu reverter essa política e não terá mais regras específicas sobre armas. A mudança foi anunciada em meio a críticas de que grandes bancos estariam sendo tendenciosos contra conservadores. A empresa afirmou que a política anterior visava promover boas práticas de venda, mas não abordava a fabricação de armas. Além disso, o Citigroup anunciou que atualizará seu Código de Conduta para deixar claro que não discrimina com base em afiliações políticas, assim como não faz com raça ou religião.
Após o tiroteio em Parkland, em fevereiro de 2018, o Citigroup implementou restrições para clientes que vendiam armas, sendo o primeiro grande banco a adotar tal medida. No entanto, em uma reviravolta, o banco anunciou que não terá mais restrições específicas relacionadas a armas.
A decisão foi divulgada em um comunicado na terça-feira, onde o Citigroup afirmou que a política anterior visava promover práticas de venda responsáveis, mas não abordava a fabricação de armas. A mudança ocorre em um contexto de alegações de viés político contra conservadores por parte de grandes instituições financeiras.
Contexto Político
A reversão da política do Citigroup se dá em meio a críticas da administração Trump, que afirma que Wall Street discrimina conservadores. O presidente Donald Trump, em um evento recente, criticou bancos como o Bank of America e JPMorgan Chase por supostamente não atenderem clientes conservadores.
Em 2018, o Citigroup havia estabelecido restrições que incluíam a proibição de serviços bancários a empresas que vendessem armas para menores de 21 anos ou que não realizassem verificações de antecedentes. Essas regras se aplicavam a pequenos negócios, clientes comerciais e parceiros de cartões de crédito.
Novas Diretrizes
Além da reversão da política sobre armas, o Citigroup anunciou que atualizará seu Código de Conduta e a Política de Acesso Financeiro Global para deixar claro que não discrimina com base em afiliações políticas, assim como não faz com raça ou religião. Essa mudança reflete uma tentativa do banco de alinhar-se com desenvolvimentos regulatórios e legislações federais recentes.
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