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Cacau Show enfrenta denúncias de abusos e clima de seita entre franqueados e funcionários

Cacau Show enfrenta inquérito do MPT por denúncias de assédio e rituais coercitivos, enquanto a empresa nega as acusações e rescinde contrato de franqueada.

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A Cacau Show, a maior rede de franquias do Brasil, está sendo investigada pelo Ministério Público do Trabalho por denúncias de um ambiente de trabalho abusivo, que inclui assédio e pressão para participar de rituais. Recentemente, a empresa negou as acusações, chamando-as de falsas, e rescindiu o contrato de uma franqueada que fez as denúncias. Funcionários relataram que a empresa tem um clima de “seita”, com práticas como a realização de rituais que incluem tatuagens e reuniões em ambientes escuros. Além disso, há relatos de gordofobia, homofobia e assédio moral e sexual. A denúncia formal foi feita pela Associação União de Franqueados, que coletou depoimentos de ex-funcionários. A Cacau Show afirmou que está comprometida em investigar as denúncias e garantir um ambiente de trabalho respeitoso.

A Cacau Show, a maior rede de franquias do Brasil, enfrenta denúncias de um ambiente de trabalho abusivo, incluindo assédio e pressão para participação em rituais. O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu um inquérito para investigar as acusações, que foram formalizadas no último dia 16.

Recentemente, franqueados e funcionários relataram um clima de “seita” na empresa. Em resposta, a Cacau Show afirmou que as alegações são falsas e que rescindiu o contrato de uma franqueada que denunciou abusos. A empresa divulgou uma nota em suas redes sociais, descrevendo os rituais como práticas de acolhimento e liberdade, e negou qualquer violação de valores éticos.

Os relatos incluem a realização de tatuagens semelhantes às do CEO, Alexandre Tadeu da Costa, e a obrigatoriedade de participar de rituais, como entrar em uma sala escura, onde o fundador entoa cânticos. A ausência nesses eventos é vista como falta de comprometimento, resultando em perseguições. Além disso, as denúncias abordam gordofobia, homofobia e assédio moral e sexual.

A procuradora Patricia Mauad Patruni Isotton, responsável pelo caso, planeja realizar uma audiência nas próximas semanas. A denúncia foi enviada pela Associação União de Franqueados, que coletou depoimentos de funcionários e ex-funcionários. A Cacau Show, por sua vez, afirmou que possui um canal de denúncias independente e que investiga rigorosamente todas as reclamações.

A empresa, que possui mais de quatro mil e seiscentas unidades no Brasil, também é alvo de críticas por taxas consideradas abusivas e pela pressão exercida sobre franqueados. Em sua nota, a Cacau Show reafirmou seu compromisso com um ambiente de trabalho ético e respeitoso.

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