O governo de Lula enfrenta uma queda na aprovação popular, com apenas 30% dos brasileiros aprovando sua gestão e 61% reprovando. Essa situação piorou após um escândalo envolvendo o INSS, onde foram desviados R$ 6,3 bilhões de aposentados. Para tentar reverter essa desaprovação, o governo planeja devolver os valores aos afetados e implementar um pacote de benefícios, incluindo descontos na conta de luz e aumento na faixa de isenção do Imposto de Renda. Recentemente, a Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,17 no preço da gasolina, mas aliados de Lula acreditam que isso não será suficiente para melhorar sua popularidade. A desaprovação de Lula atingiu seu maior nível desde o início de sua gestão, com a maioria dos grupos etários e de renda mostrando mais reprovação do que aprovação.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma queda significativa na aprovação popular, com apenas 30% de aprovação e 61% de reprovação, conforme pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira, 3. A desaprovação atingiu o maior nível desde o início do ano, refletindo a insatisfação da população, especialmente após o escândalo de desvios de descontos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,17 no preço da gasolina, mas aliados de Lula acreditam que essa medida não será suficiente para melhorar sua popularidade. Petistas afirmam que o impacto da queda no preço do combustível será pequeno e não mudará a percepção do governo.
O governo está focado em ressarcir aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos indevidos do INSS, além de planejar um pacote de benefícios que inclui gratuidade e descontos na conta de luz, distribuição de botijões de gás e aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil.
A pesquisa da AtlasIntel, divulgada recentemente, mostra que a desaprovação a Lula subiu para 53,7%, um aumento em relação aos 45,4% registrados no início de sua gestão. A avaliação negativa é mais acentuada entre os jovens de 16 a 17 anos, com 82% de reprovação. A maior aprovação ocorre entre aqueles que recebem até um salário mínimo, com 36% de aprovação, enquanto a desaprovação é de 50%.
A situação do governo é preocupante, com a desaprovação superando 60% em várias regiões do país, incluindo 65% no Sudeste e 75% no Sul. O governo busca reverter essa tendência negativa, mas os desafios são significativos.
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