Donald Trump pediu que o Departamento de Justiça investigue os indultos que Joe Biden concedeu a membros de sua família e funcionários no final de seu mandato. Trump questiona se Biden usou uma caneta automática para assinar esses indultos e sugere que ele pode não ter estado ciente do que estava assinando. A investigação vai verificar a validade desses perdões e se Biden estava sendo manipulado. Biden comutou penas de prisão de pessoas condenadas por crimes não violentos relacionados a drogas e reduziu penas de morte para prisão perpétua. Entre os indultos, estão os de seu filho Hunter Biden, que enfrentava acusações por crimes de armas e impostos. A investigação surge em meio a preocupações sobre a saúde de Biden, que tem 82 anos e recentemente foi diagnosticado com câncer de próstata.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou uma investigação sobre a validade dos indultos concedidos por seu antecessor, Joe Biden, nos últimos dias de seu governo. A investigação, ordenada ao Departamento de Justiça (DOJ), examinará se os indultos foram assinados com uma caneta automática, conforme alegações de Trump.
A mensagem interna, acessada por diversos veículos de comunicação, indica que a investigação buscará determinar se Biden estava ciente dos documentos que assinava e se outros poderiam estar se aproveitando dele. Não foram especificados quais indultos serão alvo da apuração.
Biden, antes de deixar o cargo em janeiro, comutou penas de prisão de cerca de 2.500 detentos por crimes não violentos relacionados a drogas e alterou a situação de 37 condenados à morte, transformando suas penas em prisão perpétua. Entre os indultos concedidos, destaca-se o de seu filho, Hunter Biden, que enfrentava acusações por crimes relacionados a armas e impostos.
Trump criticou Biden, insinuando que ele não tinha pleno conhecimento dos documentos que assinava e que seus assessores poderiam ter utilizado a caneta automática para os indultos. O ex-presidente considera esses atos “nulos, sem validade e sem efeito futuro”.
A investigação do DOJ surge em meio a discussões sobre a saúde de Biden, de 82 anos, reacendidas por um livro que alega um encobrimento de seu estado de saúde e seu recente diagnóstico de câncer de próstata com metástase nos ossos.
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