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Vivi Noronha critica polícia do Rio após nova operação em sua casa e de MC Poze do Rodo

Polícia do Rio investiga Vivi Noronha por ligação com esquema do Comando Vermelho, enquanto ela denuncia perseguição e censura.

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Viviane Noronha, conhecida como Vivi Noronha, criticou a polícia do Rio de Janeiro após uma nova operação que aconteceu na casa do cantor MC Poze do Rodo, que foi preso na semana passada, mas já conseguiu a liberdade. Vivi usou o Instagram do marido para se manifestar, dizendo que sua casa foi invadida e que ela e sua família foram tratados como criminosos. Ela questionou se a operação foi coincidência, já que ocorreu no dia da soltura de MC Poze e após suas denúncias sobre abusos policiais. A polícia está investigando um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Comando Vermelho, que movimentou mais de R$ 250 milhões. A investigação aponta que Vivi seria uma das beneficiárias desse esquema, recebendo dinheiro de forma disfarçada. A polícia afirma que ela é um elo entre o tráfico e o consumo digital, ajudando a dar uma aparência legítima a valores ilícitos.

Viviane Noronha, conhecida como Vivi Noronha, criticou a polícia do Rio de Janeiro após a execução de um mandado de busca em sua residência nesta terça-feira (3). A ação ocorreu no mesmo dia em que MC Poze do Rodo, nome artístico de Marlon Brandon Coelho Couto Silva, foi solto após a prisão na semana passada.

Vivi usou o Instagram do marido para expressar sua indignação. “Minha casa foi violada e eu, minha família e amigos fomos tratados como bandidos”, afirmou. Ela questionou a coincidência da operação com a soltura de MC Poze e suas denúncias sobre abusos policiais. A influenciadora destacou que a polícia tem sido um instrumento de perseguição e censura.

A operação policial visa desarticular um esquema financeiro do Comando Vermelho, que estaria envolvido na lavagem de mais de R$ 250 milhões. A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que os valores são provenientes do tráfico de drogas e da compra de armamentos. A ação incluiu mandados de busca em São Paulo e bloqueio de contas bancárias.

A investigação aponta que Vivi é um “nome de destaque” no esquema criminoso. Segundo a polícia, ela e sua empresa teriam recebido recursos da facção por meio de intermediários, ocultando a origem ilícita do dinheiro. A posição de Vivi é considerada simbólica, ligando o tráfico ao consumo digital e ampliando a narcocultura nas redes sociais.

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