O governo de São Paulo vai construir um novo centro administrativo na região central da capital, que terá um gabinete para o governador e abrigará várias secretarias. O leilão para escolher a empresa que fará a obra deve acontecer em setembro, e a previsão é que o complexo fique pronto em 2030, com um investimento total de mais de R$ 5,4 bilhões. O governo já começou a desapropriar terrenos na área. O projeto, que foi escolhido em um concurso de arquitetura, prevê a construção de prédios em uma esplanada ao redor do Parque Princesa Isabel. A construção deve ocorrer entre 2027 e 2029, e a empresa vencedora pode ser responsável pelas desapropriações. O Palácio dos Bandeirantes, que fica a dez quilômetros do novo centro, continuará sendo usado como escritório do governador, mesmo após a mudança. A gestão atual também planeja transformar a área da favela do Moinho em um parque e intensificou ações para evitar a formação de novos pontos de aglomeração de usuários de drogas na região.
O governo de São Paulo anunciou a construção de um novo centro administrativo na região central da capital, que incluirá um gabinete para o governador e abrigará diversas secretarias. O leilão para selecionar a empresa responsável pela obra está previsto para setembro, com conclusão do complexo em 2030. O investimento total será superior a R$ 5,4 bilhões, e o governo já iniciou o processo de desapropriações na área.
O novo centro será erguido próximo ao Parque Princesa Isabel e a construção deve ocorrer entre 2027 e 2029. A expectativa é que um contrato de Parceria Público-Privada (PPP) seja assinado até o final deste ano. O Palácio Campos Elíseos, antiga sede do governo, voltará a abrigar uma secretaria, mas será transformado em espaço cerimonial após a finalização do novo complexo.
A gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) planeja manter um escritório no Palácio dos Bandeirantes, a dez quilômetros do novo centro. Isso significa que, mesmo se reeleito, o governador pode despachar do Morumbi durante todo o próximo mandato. O projeto, assinado pelo arquiteto Pablo Chakur, foi escolhido em concurso promovido pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil em São Paulo (IAB-SP).
A construção do novo centro administrativo visa promover uma mudança estrutural na região, que atualmente enfrenta problemas com a presença de usuários de drogas. O governo também intensificou ações de segurança para evitar a formação de novos pontos de aglomeração. As desapropriações na favela do Moinho, próxima ao local, já começaram, e um parque deve ser instalado na área.
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