Júlia Ferreira, uma brasileira que se formou em uma universidade no Reino Unido, teve seu pedido de visto de graduação negado por erros administrativos. Apesar de ter seguido todos os passos corretamente, a universidade demorou a atualizar seu status, fazendo com que o Ministério do Interior pensasse que ela não havia se formado. Após uma nova solicitação, houve outra confusão com a validade de seu Cartão de Residência, resultando em mais uma negativa. Com isso, Júlia perdeu o direito de trabalhar e não pode visitar sua família no Brasil, pois isso poderia prejudicar seu processo. Ela corre o risco de ser deportada em breve, e seu namorado, Federico, afirmou que todos os advogados que consultaram consideram a rejeição injusta. O visto de graduação permite que estudantes que completaram cursos no Reino Unido permaneçam no país por mais dois anos, mas a decisão sobre o pedido geralmente leva cerca de oito semanas.
Após cinco anos de estudos, a brasileira Júlia Ferreira se formou em julho de 2023 em uma universidade britânica, tornando-se elegível para o visto de graduação no Reino Unido. No entanto, seu pedido foi negado devido a erros administrativos, o que a coloca em risco de deportação.
A primeira negativa ocorreu porque a universidade não atualizou seu status de graduação a tempo, levando o Ministério do Interior britânico a concluir erroneamente que ela não havia se formado. Após correções, um segundo erro resultou em nova recusa, desta vez por confusão entre a validade do Cartão de Residência e a data do visto. Federico, namorado de Júlia, afirmou que a situação é escandalosa e que todos os advogados consultados consideram a rejeição injusta.
Desde a negativa, Júlia perdeu o direito de trabalhar e não pode visitar sua família no Brasil, temendo anular seu processo. Federico destacou que a vida dela no Reino Unido pode ser encerrada por uma falha processual. O visto de graduação permite que estudantes que completaram cursos no Reino Unido permaneçam no país por mais dois anos, e a decisão sobre o pedido geralmente leva cerca de oito semanas.
O governo britânico exige que as instituições informem ao Ministério do Interior sobre a conclusão dos cursos. Júlia, que seguiu todos os procedimentos corretamente, agora enfrenta um impasse que pode resultar em sua deportação em 4 de julho.
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