O governador Ratinho Júnior, do Paraná, está se destacando como uma opção forte para a presidência em 2026, empatando tecnicamente com o presidente Lula em pesquisas recentes. Se Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, não se candidatar, Ratinho pode ser o candidato mais viável da oposição. Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, também se filiou ao PSD e tem planos de concorrer, mas sua prioridade é apoiar Ratinho, a menos que ele se destaque nas pesquisas. Outros governadores, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, estão avançando, mas ainda perdem para Lula nas simulações. Eduardo Bolsonaro, por outro lado, não está conseguindo crescer nas intenções de voto e é visto como menos competitivo. A pesquisa mostra que Ratinho Júnior subiu para 38% contra 40% de Lula, enquanto Caiado e Zema estão com 33% e 33%, respectivamente. O cenário está mudando, e os eleitores estão começando a conhecer melhor esses candidatos. Em um evento recente, Caiado expressou otimismo com os números, enquanto Tarcísio preferiu não comentar muito sobre a eleição. Kassab, presidente do PSD, acredita que o próximo presidente será um dos três: Lula, Tarcísio ou Ratinho. Se Bolsonaro escolher um familiar para concorrer, isso pode dividir a direita, beneficiando Ratinho.
O governador Ratinho Júnior (PSD-PR) se destaca nas pesquisas eleitorais para a presidência em 2026, empatando tecnicamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira, 5, mostra que Ratinho alcançou 38% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 40%. Essa situação reforça a ideia dentro do PSD de que, caso Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) não se candidate, Ratinho seria a melhor opção para unir a oposição.
Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, também se filiou ao PSD com a intenção de concorrer à presidência, mas a prioridade do partido é lançar Ratinho. Leite, que deve concorrer ao Senado, só teria chances se disparar nas pesquisas. Outros governadores, como Ronaldo Caiado (União-GO) e Romeu Zema (Novo-MG), apresentam desempenho inferior nas simulações, com Caiado marcando 33% e Zema 33% contra Lula.
A pesquisa revela que Eduardo Bolsonaro (PL-SP) permanece estagnado com 34% das intenções de voto, sem conseguir se destacar como candidato viável. O diretor do instituto Quaest, Felipe Nunes, afirmou que a candidatura de Eduardo não ganhou tração, enquanto outros nomes da direita se mostram mais competitivos.
Caiado, que se mostrou otimista com os resultados, comentou sobre a ascensão de candidatos da oposição e a queda de Lula nas avaliações populares. Ele destacou a importância de ter um candidato com capilaridade em todas as regiões, caso Jair Bolsonaro não se candidate. Tarcísio de Freitas, por sua vez, evitou se posicionar diretamente na disputa, afirmando que o foco deve ser em resultados imediatos.
O cenário político para 2026 continua a se desenhar com a polarização entre Lula e a direita, enquanto os governadores buscam consolidar suas candidaturas em eventos do setor agro, um eleitorado tradicionalmente ligado a Bolsonaro.
Entre na conversa da comunidade