Luigi Mangione, de 27 anos, foi preso em dezembro de 2023 por supostamente assassinar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, em Manhattan. Novas entradas de diário de Mangione mostram que ele planejou o ataque com a intenção de intimidar a indústria de seguros de saúde e provocar apoio público. Ele expressou suas frustrações com o setor e acreditava que o assassinato chamaria a atenção para a “ganância” das seguradoras. Mangione, que se afastou de amigos e familiares antes do crime, usou uma arma para matar Thompson enquanto ele caminhava para uma conferência de investidores. Após o assassinato, surgiram ameaças contra funcionários da UnitedHealthcare, levando a um clima de medo entre os trabalhadores da empresa. Mangione se tornou uma figura cult, recebendo apoio nas redes sociais de pessoas frustradas com o sistema de saúde americano. As autoridades afirmam que suas ações foram motivadas por um desejo de causar terror e que ele planejava usar o ato para enviar uma mensagem contra a indústria de seguros.
Luigi Mangione, um jovem de 27 anos, foi preso em dezembro de 2023 após o suposto assassinato de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, em Manhattan. O crime teria sido motivado por frustrações com a indústria de seguros de saúde.
Novas entradas de diário de Mangione, reveladas em um processo judicial, mostram seu planejamento detalhado para o ataque. Ele expressou intenções de intimidar a indústria de seguros e provocar apoio público. As anotações foram encontradas em um caderno vermelho durante sua prisão em 9 de dezembro.
Em uma entrada de agosto de 2024, Mangione afirmou: “Finalmente me sinto confiante sobre o que farei. Os detalhes estão se juntando.” Ele se referiu à UnitedHealthcare como um alvo ideal, destacando sua posição como a maior companhia de seguros de saúde dos Estados Unidos. O diário também revela que ele não tinha seguro com a empresa entre 2014 e 2024.
Mangione utilizou uma arma de fogo para cometer o crime, que ocorreu em uma calçada movimentada enquanto Thompson se dirigia a uma conferência de investidores. As autoridades acreditam que o ato foi motivado por raiva contra a ganância corporativa. Procuradores argumentam que suas anotações provam que ele cometeu homicídio em busca de promover o terror.
Após o assassinato, a UnitedHealthcare enfrentou uma onda de ameaças contra seus funcionários. A empresa implementou medidas de segurança, incluindo proteção para executivos e recomendações para que não usassem roupas com a marca da companhia. Um fundo de defesa legal em apoio a Mangione já arrecadou mais de R$ 1 milhão.
As entradas do diário também criticam ações terroristas, com Mangione afirmando que “bombas = terrorismo” e que seu ataque foi “preciso e não arriscou inocentes.” O caso gerou um debate intenso sobre a insatisfação com o sistema de saúde americano, que muitos consideram falido e caro.
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