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Corinthians contrata 417 funcionários e aumenta despesas em R$ 30 milhões em 2024

Contratações polêmicas e aumento de despesas marcam a gestão de Augusto Melo no Corinthians, que promete enxugar custos.

A gestão de Augusto Melo no Corinthians, que começou com promessas de redução de custos e equacionamento de dívidas, enfrenta críticas por contratações excessivas. Desde que assumiu em 2024, Melo contratou quatrocentos e dezessete funcionários e cerca de cem empresas, aumentando significativamente as despesas do clube. A diretoria interina, liderada por Osmar Stabile e Armando […]

A gestão de Augusto Melo no Corinthians, que começou com promessas de redução de custos e equacionamento de dívidas, enfrenta críticas por contratações excessivas. Desde que assumiu em 2024, Melo contratou quatrocentos e dezessete funcionários e cerca de cem empresas, aumentando significativamente as despesas do clube.

A diretoria interina, liderada por Osmar Stabile e Armando Mendonça, identificou contratações sem funções claras. O relatório oficial revela que os gastos com pessoal atingiram R$ 428,6 milhões, um aumento de R$ 30 milhões em relação a 2023. Entre os novos contratados, sessenta e sete são sócios do Parque São Jorge, e vinte e um são associados entre as empresas.

Um caso notável é o de Renato Bandeira de Melo, que, apesar de ser listado como funcionário do departamento de futebol, passava a maior parte do tempo em atividades não relacionadas. Ele recebia aproximadamente R$ 17.110,00 mensais. Renato afirmou que atuava como “gerente operacional”, mas não faz mais parte do quadro de funcionários.

Contratações e Justificativas

Melo defendeu as contratações, afirmando que foram feitas com base nas necessidades do clube. Ele destacou que as contratações incluíram equipes de basquete feminino e categorias de base. Entre os novos funcionários, seis estão vinculados à presidência, sem função específica, totalizando R$ 22.722,00 em salários mensais.

Ricardo Jorge, ex-diretor administrativo, contratou Wagner da Cunha Costa como gerente de planejamento, com salário de R$ 15.777,00. Jorge justificou a contratação como necessária para reorganizar a administração do clube, citando problemas como salários desproporcionais e funcionários fantasmas.

Críticas e Consequências

A gestão de Melo, que prometia transparência e eficiência, agora enfrenta um cenário de incertezas financeiras e administrativas. As contratações controversas e o aumento das despesas levantam questões sobre a sustentabilidade da administração. O Corinthians, que já lidava com dívidas, pode enfrentar novos desafios se não houver um controle mais rigoroso sobre os gastos.

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