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Proud Boys processam governo dos EUA por US$ 100 milhões após condenações

Cinco membros dos Proud Boys processam o governo dos EUA por US$ 100 milhões, alegando violação de direitos constitucionais.

Cinco membros do grupo de extrema-direita Proud Boys, condenados por sua participação no ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021, processaram o governo dos Estados Unidos por US$ 100 milhões. A ação, apresentada em um tribunal federal da Flórida, alega violação de direitos constitucionais e afirma que a acusação foi motivada politicamente. Entre […]

Cinco membros do grupo de extrema-direita Proud Boys, condenados por sua participação no ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021, processaram o governo dos Estados Unidos por US$ 100 milhões. A ação, apresentada em um tribunal federal da Flórida, alega violação de direitos constitucionais e afirma que a acusação foi motivada politicamente.

Entre os demandantes está Enrique Tarrio, ex-líder do grupo, que recebeu uma pena de 22 anos de prisão por conspiração sediciosa. Os advogados dos réus argumentam que houve um “abuso atroz e sistêmico” do sistema de Justiça, incluindo manipulação de provas e intimidação de testemunhas. Eles afirmam que as condenações foram uma forma de punir aliados políticos do ex-presidente Donald Trump.

Os outros quatro membros processantes são Ethan Nordean, Joseph Biggs, Zachary Rehl e Dominic Pezzola. A ação judicial critica a atuação do Departamento de Justiça, alegando que os promotores agiram com viés pessoal. Os réus buscam um julgamento com júri para a sua reivindicação.

O ataque ao Capitólio resultou em mais de 140 policiais feridos e ocorreu após um discurso de Trump, que incitou seus apoiadores a marchar em direção ao Congresso. O ex-presidente, que indultou ou comutou as penas de cerca de 1.500 pessoas envolvidas no ataque, descreveu as condenações como “um insulto ao sistema de Justiça”.

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