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A febre das bonecas hiperrealistas conquista o Brasil e encanta colecionadores

Bonecas reborn geram polêmica no Brasil, com propostas de lei e debates acalorados sobre sua aceitação e cuidados. Entenda o fenômeno.

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Os brasileiros estão cada vez mais interessados nas bonecas reborn, que parecem bebês de verdade. Muitas mulheres cuidam dessas bonecas como se fossem crianças, compartilhando suas experiências nas redes sociais. Essa popularidade gerou propostas de lei, como a criação do “Dia das Cigüeñas” para homenagear as artesãs que fazem essas bonecas, mas a ideia ainda precisa ser aprovada pelo prefeito do Rio de Janeiro. Um caso polêmico também chamou a atenção quando uma mulher processou sua empresa por não receber licença maternidade para cuidar de sua boneca reborn. Além disso, deputados estão discutindo a proibição de atendimentos em ambulatórios para essas bonecas, mesmo sem registros de atendimentos reais. Um deputado do Amazonas até levou uma boneca à Câmara para apoiar sua proposta, enquanto a deputada Talíria Petrone criticou essa situação, pedindo que se concentrem em questões mais importantes. As bonecas reborn surgiram nos anos 90 nos Estados Unidos e, no Brasil, ganharam popularidade com a ajuda de influenciadores. Algumas dessas bonecas podem custar até dois mil dólares, e o termo “cigüeñas” se tornou comum entre as artesãs.

Os internautas brasileiros estão imersos em uma nova febre: as bonecas reborn, que imitam bebês de forma hiperrealista. Este fenômeno, que ganhou força nas redes sociais, envolve mulheres que cuidam dessas bonecas como se fossem crianças reais, compartilhando suas rotinas em vídeos virais.

Recentemente, a popularidade das bonecas levou a propostas de lei por parte de deputados. Um vereador do Rio de Janeiro sugeriu a criação do “Dia das Cigüeñas”, destinado às artesãs que fabricam essas bonecas. A proposta ainda precisa da aprovação do prefeito Eduardo Paes. Além disso, um caso polêmico surgiu quando uma mulher processou sua empresa por não conceder licença maternidade para cuidar de sua boneca reborn, gerando debates acalorados nas redes sociais.

Deputados têm se apressado em apresentar projetos de lei relacionados a esses “bebês”, incluindo a proibição de atendimentos em ambulatórios públicos e privados para as bonecas. Apesar de não haver registros de atendimentos reais, a discussão se intensificou, com um deputado do Amazonas levando uma boneca à Câmara para defender sua proposta. A deputada Talíria Petrone, do PSOL, criticou a situação, pedindo foco em questões mais relevantes.

As bonecas reborn, que surgiram nos anos 90 nos Estados Unidos, foram inicialmente criadas para colecionadores e para fins terapêuticos. No Brasil, a febre parece ter sido impulsionada por influenciadores e celebridades que adotaram a prática, gerando um aumento no interesse por essas bonecas. As mais elaboradas podem custar até dois mil dólares, e o termo “cigüeñas” se popularizou entre as artesãs que as produzem.

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