O tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, depôs no Supremo Tribunal Federal sobre uma suposta tentativa de golpe após as eleições de 2022. Cid, que é colaborador premiado na investigação, cumprimentou Bolsonaro e prestou continência a generais antes de seu depoimento. Durante a audiência, ele falou sobre uma minuta que sugeria a prisão de ministros do STF, o que fez a audiência rir, especialmente quando o ministro Alexandre de Moraes fez uma piada sobre a situação. Cid disse que, após a intervenção de Bolsonaro, apenas o nome de Moraes ficou como alvo de prisão, levando Moraes a comentar que seus colegas “ganharam um habeas corpus”. O depoimento de Cid é importante para a investigação que envolve figuras do governo anterior e busca esclarecer os eventos em torno das eleições de 2022.
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi o primeiro a depor no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a suposta tentativa de golpe de estado após as eleições de 2022. Cid, que é colaborador premiado na investigação, prestou continência a generais e cumprimentou Bolsonaro antes do início dos interrogatórios.
Durante seu depoimento, Cid descreveu a atuação de Bolsonaro em relação a uma minuta que previa a prisão de ministros do STF. O momento gerou risadas na audiência, especialmente quando o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, brincou sobre a situação. Cid afirmou que, após a intervenção de Bolsonaro, apenas o nome de Moraes permaneceu como alvo de prisão, levando o ministro a comentar que seus colegas “ganharam um habeas corpus”.
Além de cumprimentar os generais Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira e Augusto Heleno, Cid também teve um contato amigável com o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres. A presença de Cid como colaborador premiado é considerada uma peça-chave na apuração da trama golpista, que envolve figuras proeminentes do governo anterior.
O depoimento de Cid marca o início de uma série de interrogatórios que buscam esclarecer os eventos que cercaram as eleições de 2022 e as ações de Bolsonaro e seus aliados. A audiência no STF, que atraiu a atenção da mídia e do público, promete desdobramentos significativos na investigação em curso.
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